Códigos selvagens
(título de mensagem, dadada de hoje, disponível em Ladrões de Bicicletas)
Espaço de debate de temas de Economia Portuguesa e de outros que com esta se relacionam, numa perspectiva de desenvolvimento
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quarta-feira, dezembro 16, 2009
terça-feira, dezembro 01, 2009
"Bolonha e as ordens": o caso da Ordem dos Economistas
Artigo Económico
Bolonha e as Ordens:
http://economico.sapo.pt/noticias/bolonha-e-as-ordens_75380.html
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Bolonha e as Ordens:
http://economico.sapo.pt/noticias/bolonha-e-as-ordens_75380.html
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Ensino Superior,
Mercado de Trabalho
segunda-feira, novembro 30, 2009
"A oposição parlamentar atribui responsabilidades ao Governo pelo aumento do desemprego e ineficácia das suas medidas"
Falsa eficácia
(título de mensagem, datada de sexta-feira, 27 de Novembro de 2009, disponível em Economia Portuguesa e Europeia)
(título de mensagem, datada de sexta-feira, 27 de Novembro de 2009, disponível em Economia Portuguesa e Europeia)
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Conjuntura Económica,
Mercado de Trabalho
segunda-feira, novembro 23, 2009
Novo portal de emprego: recrutamente de estudantes ERASMUS
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(título de mensagem, datada de Segunda-feira, 23 de Novembro de 2009, disponível em Universidade Alternativa)
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Mercado de Trabalho,
Notícia
quinta-feira, novembro 19, 2009
PIB e Desemprego: dados do 3º trimestre de 2009
Variação homóloga do PIB menos negativa no 3º trimestre de 2009. Investimento e Exportações apresentam reduções homólogas menos intensas. - Outubro de 2009
18 de Novembro de 2009
18 de Novembro de 2009
-
A taxa de desemprego foi de 9,8% no 3º trimestre de 2009 - 3.º Trimestre de 2009
17 de Novembro de 2009
(títulos de Destaques do INE disponíveis na página de abertura no respectivo portal nesta data)
A taxa de desemprego foi de 9,8% no 3º trimestre de 2009 - 3.º Trimestre de 2009
17 de Novembro de 2009
(títulos de Destaques do INE disponíveis na página de abertura no respectivo portal nesta data)
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Conjuntura Económica,
Informação,
Mercado de Trabalho
quinta-feira, outubro 22, 2009
Os números da crise em tempo de constituição de um novo governo
De acordo com o INE, a taxa de desemprego registada no 2º trimestre do ano em curso foi de 9,1%, mais 1,8 pontos percentuais que o que se verificava no mesmo trimestre do ano de 2008, e o valor mais elevado vivido pelo país desde meados dos anos oitenta do século passado. Segundo estimativas da OCDE, este cenário de desemprego elevado está longe de ter termo a breve prazo: para 2010, prevê para Portugal uma taxa de desemprego de 11,7%, valor acima da média dos países da OCDE, que deverá aproximar-se dos 10%.
Estes números dizem-nos que o país terá ultrapassado a barreira dos 500 mil desempregados no mês de Agosto. Se, entretanto, nos quisermos referir à faixa etária dos 15 aos 24 anos, a taxa de desemprego registada no referido trimestre de 2009 era da ordem dos 18,7%, sendo que um número expressivo era detentor de habilitações a nível de ensino superior. Este número do desemprego juvenil está em linha com o que vinha sendo observado não apenas em Portugal mas, em geral, na União Europeia em matéria de diferencial entre a taxa de desemprego global e a da população activa mais jovem, que em não raros casos é o dobro da primeira. Por sua vez, este dado reflecte a resistência que as empresas mantém à contratação de trabalhadores sem experiência laboral ou com pouca experiência, sejam detentores de maiores ou menores qualificações.
Não se conclua do que se diz no parágrafo precedente que o investimento em educação/formação não vale a pena, de todo. A verdade é que, também de acordo com dados recentes da OCDE (Education at a glance 2009), considerando a média dos países integrantes da organização, o desempregado que tem maiores qualificações tem maior probabilidade de conseguir emprego: por exemplo, ter o secundário completo reduz em 6,7 pontos percentuais o risco de desemprego para quem tiver entre 20 e 24 anos. Obviamente, deste dado não pode retirar-se a indicação que não haja escolhas a manter em matéria de cursos ou áreas de formação a frequentar. O investimento em formação, como a generalidade dos investimentos, comporta risco. Não pode, por isso, ser feito sem uma análise cuidada do deve e haver expectável, futuro.
O quadro de situação em matéria de emprego não dá espaço para optimismos no horizonte temporal próximo, mesmo se os indicadores de confiança económica têm vindo a subir. Na Alemanha, por exemplo, de acordo com informação recente avançada pelo Instituto de Pesquisa Económica alemã, a confiança empresarial terá subido pelo sexto mês consecutivo. Nos EUA, por sua vez, a confiança dos consumidores encontra-se ao nível de Janeiro de 2008, o que pode estar relacionado com o aumento verificado da actividade económica americana. Em Portugal, a situação é similar, com indicadores de confiança para a indústria, comércio e serviços a registarem valores cada vez mais animadores ao longo dos últimos meses deste ano. Acontece entretanto que uma coisa é podermos estar no ponto de viragem para o relançamento económico e outra é assistirmos à criação líquida de emprego. Antes que se atinja uma situação de crescimento sustentado e em torno dos 2 pontos percentuais, não será expectável que se assista à redução das taxas de desemprego, em Portugal, como no resto da Europa.
No caso português, para a melhoria das perspectivas económicas também não ajudam nada o défice das contas públicas previsto para este ano, de 5,9% do PIB, e o montante esperado da dívida pública (74,5% do PIB). Estes dados macroeconómicos reconduzem o país ao quadro de infracção do Pacto de Estabilidade e Crescimento da União Europeia e, logo, abrem espaço para que os procedimentos aí previstos em matéria de défices excessivos sejam accionados. Esta situação tem, por seu turno, consequências gravosas em termos de liberdade de acção do governo em matéria de políticas públicas e, portanto, de capacidade de actuação a nível de estímulo à economia. Isto dito, percebe-se que os tempos continuarão a ser de grande dificuldade para os portugueses, que, depois dos sacrifícios que fizeram nos derradeiros oito anos, talvez merecessem estar bem melhor. Claro está que sempre se pode contrapor que, tendo tomado a opção de referendar, em sede eleitoral, as políticas económicas conduzidas, têm os políticos e as políticas económicas a que têm direito.
Estes números dizem-nos que o país terá ultrapassado a barreira dos 500 mil desempregados no mês de Agosto. Se, entretanto, nos quisermos referir à faixa etária dos 15 aos 24 anos, a taxa de desemprego registada no referido trimestre de 2009 era da ordem dos 18,7%, sendo que um número expressivo era detentor de habilitações a nível de ensino superior. Este número do desemprego juvenil está em linha com o que vinha sendo observado não apenas em Portugal mas, em geral, na União Europeia em matéria de diferencial entre a taxa de desemprego global e a da população activa mais jovem, que em não raros casos é o dobro da primeira. Por sua vez, este dado reflecte a resistência que as empresas mantém à contratação de trabalhadores sem experiência laboral ou com pouca experiência, sejam detentores de maiores ou menores qualificações.
Não se conclua do que se diz no parágrafo precedente que o investimento em educação/formação não vale a pena, de todo. A verdade é que, também de acordo com dados recentes da OCDE (Education at a glance 2009), considerando a média dos países integrantes da organização, o desempregado que tem maiores qualificações tem maior probabilidade de conseguir emprego: por exemplo, ter o secundário completo reduz em 6,7 pontos percentuais o risco de desemprego para quem tiver entre 20 e 24 anos. Obviamente, deste dado não pode retirar-se a indicação que não haja escolhas a manter em matéria de cursos ou áreas de formação a frequentar. O investimento em formação, como a generalidade dos investimentos, comporta risco. Não pode, por isso, ser feito sem uma análise cuidada do deve e haver expectável, futuro.
O quadro de situação em matéria de emprego não dá espaço para optimismos no horizonte temporal próximo, mesmo se os indicadores de confiança económica têm vindo a subir. Na Alemanha, por exemplo, de acordo com informação recente avançada pelo Instituto de Pesquisa Económica alemã, a confiança empresarial terá subido pelo sexto mês consecutivo. Nos EUA, por sua vez, a confiança dos consumidores encontra-se ao nível de Janeiro de 2008, o que pode estar relacionado com o aumento verificado da actividade económica americana. Em Portugal, a situação é similar, com indicadores de confiança para a indústria, comércio e serviços a registarem valores cada vez mais animadores ao longo dos últimos meses deste ano. Acontece entretanto que uma coisa é podermos estar no ponto de viragem para o relançamento económico e outra é assistirmos à criação líquida de emprego. Antes que se atinja uma situação de crescimento sustentado e em torno dos 2 pontos percentuais, não será expectável que se assista à redução das taxas de desemprego, em Portugal, como no resto da Europa.
No caso português, para a melhoria das perspectivas económicas também não ajudam nada o défice das contas públicas previsto para este ano, de 5,9% do PIB, e o montante esperado da dívida pública (74,5% do PIB). Estes dados macroeconómicos reconduzem o país ao quadro de infracção do Pacto de Estabilidade e Crescimento da União Europeia e, logo, abrem espaço para que os procedimentos aí previstos em matéria de défices excessivos sejam accionados. Esta situação tem, por seu turno, consequências gravosas em termos de liberdade de acção do governo em matéria de políticas públicas e, portanto, de capacidade de actuação a nível de estímulo à economia. Isto dito, percebe-se que os tempos continuarão a ser de grande dificuldade para os portugueses, que, depois dos sacrifícios que fizeram nos derradeiros oito anos, talvez merecessem estar bem melhor. Claro está que sempre se pode contrapor que, tendo tomado a opção de referendar, em sede eleitoral, as políticas económicas conduzidas, têm os políticos e as políticas económicas a que têm direito.
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J. Cadima Ribeiro
(artigo de opinião publicado na edição de hoje do Jornal de Leiria)
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Conjuntura Económica,
Mercado de Trabalho,
Políticas Orçamentais
segunda-feira, setembro 14, 2009
"O pior da crise no que toca ao Emprego ainda está a caminho"
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(título de mensagem, datada de Sábado, 12 de Setembro de 2009, disponível em Ladrões de Bicicletas)
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Ciclos Económicos,
Conjuntura Económica,
Mercado de Trabalho
sexta-feira, setembro 11, 2009
Portugal: principais indicadores
Principais indicadores
População residente
N.º, 2008: 10 627 250
Índice de preços no consumidor
%, Agosto de 2009: -1,3
Taxa de desemprego
%, 2.º Trimestre de 2009: 9,1
Produto interno bruto dados encadeados em volume (B.1*g)
%, 2.º Trimestre de 2009: -3,7
(tabela de indicadores de evolução da poupulação e economia portuguesas disponível nesta data na página de abertura do sítio do INE)
População residente
N.º, 2008: 10 627 250
Índice de preços no consumidor
%, Agosto de 2009: -1,3
Taxa de desemprego
%, 2.º Trimestre de 2009: 9,1
Produto interno bruto dados encadeados em volume (B.1*g)
%, 2.º Trimestre de 2009: -3,7
(tabela de indicadores de evolução da poupulação e economia portuguesas disponível nesta data na página de abertura do sítio do INE)
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Conjuntura Económica,
Informação,
Mercado de Trabalho
quarta-feira, setembro 09, 2009
"Education at a glance 2009"
Education at a glance 2009
(título de mensagem, datada de Terça-feira, 8 de Setembro de 2009, disponível em Polikê?)
(título de mensagem, datada de Terça-feira, 8 de Setembro de 2009, disponível em Polikê?)
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Informação,
Investimento em Capital Humano,
Mercado de Trabalho
terça-feira, setembro 08, 2009
"O número de desempregados ascende a quase meio milhão"
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(título de mensagem, datada de Terça-feira, 18 de Agosto de 2009, disponível em Economia Política)
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Conjuntura Económica,
Mercado de Trabalho
domingo, julho 26, 2009
Desemprego de recém-diplomados
Notícia Correio da Manhã
Mais 4400 doutores desempregados:
http://www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?channelid=00000009-0000-0000-0000-000000000009&contentid=6FC2040A-7CFA-49A6-BF05-5ED56A9186BC
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
Mais 4400 doutores desempregados:
http://www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?channelid=00000009-0000-0000-0000-000000000009&contentid=6FC2040A-7CFA-49A6-BF05-5ED56A9186BC
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
sexta-feira, junho 05, 2009
"O capital gosta de abrigos"
As protecções do capital
(título de mensagem, datada de 2009/06/04, disponível em Ladrões de Bicicletas)
(título de mensagem, datada de 2009/06/04, disponível em Ladrões de Bicicletas)
segunda-feira, maio 18, 2009
"O desemprego já atinge 493 mil pessoas"
O pior primeiro trimestre de várias décadas em Portugal com 495 mil desempregados
(título de mensagem, datada de 15 de Maio de 2009, disponível em e.economia.info)
(título de mensagem, datada de 15 de Maio de 2009, disponível em e.economia.info)
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Conjuntura Económica,
Mercado de Trabalho
terça-feira, dezembro 23, 2008
"Os espanhóis têm cerca de um terço dos empregadores e empregados com formação de nível superior"
Notícia Diário Digital
Estudo: Espanhóis mais qualificados do que os portugueses:
http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=2&id_news=109394
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
Estudo: Espanhóis mais qualificados do que os portugueses:
http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=2&id_news=109394
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
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Investimento em Capital Humano,
Mercado de Trabalho
domingo, novembro 23, 2008
Função pública: luta sindical
Artigo JN
Funcionários públicos avisam o Governo: http://jn.sapo.pt/paginainicial/economia/interior.aspx?content_id=1048282
-
Notícia Correio da Manhã
Frente Comum reclama 5%:
http://www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?channelid=00000011-0000-0000-0000-000000000011&contentid=2F511A78-4016-41A0-9532-0EE4245CEC3E
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
Funcionários públicos avisam o Governo: http://jn.sapo.pt/paginainicial/economia/interior.aspx?content_id=1048282
-
Notícia Correio da Manhã
Frente Comum reclama 5%:
http://www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?channelid=00000011-0000-0000-0000-000000000011&contentid=2F511A78-4016-41A0-9532-0EE4245CEC3E
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
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Mercado de Trabalho,
Política de Preços e Rendimentos
sexta-feira, novembro 07, 2008
Negociações salariais para 2009
Artigo JN
Negociação salarial "sem optimismo":
http://jn.sapo.pt/paginainicial/economia/interior.aspx?content_id=1040244
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
Negociação salarial "sem optimismo":
http://jn.sapo.pt/paginainicial/economia/interior.aspx?content_id=1040244
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
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Mercado de Trabalho,
Política de Preços e Rendimentos
quinta-feira, novembro 06, 2008
Employment in high-tech sectors in % of labour force by region, 2006
«Science, technology and innovation are at the heart of EU policies. An indication of progress in these fields is given by the number of people employed in high-tech sectors.
In 2006, 4.4% of the EU27 labour force was employed in high-tech sectors3. Three quarters of those employed in high-tech sectors worked in high-tech knowledge-intensive services and a quarter in high-tech manufacturing.
The share of employment in high-tech sectors was more than 6% in 29 EU27 regions: nine of these regions were found in Germany, five in the United Kingdom, three in Hungary, two each in Belgium and Finland and one region each in the Czech Republic, Ireland, Spain, France, Italy, Austria and Sweden as well as Malta. The highest share of employment was found in Berkshire, Buckinghamshire & Oxfordshire (11.5%) in the United Kingdom, followed by Stockholm (9.3%) in Sweden, Île de France (8.9%) in France and the two German regions Dresden (8.7%) and Oberbayern (8.5%).
The share of employment in high-tech sectors was less than 2% in 23 EU27 regions: Six of these regions were found in Romania, five in Greece, four each in Spain and Poland, and two each in Bulgaria and Portugal. The lowest shares of employment were found in Thessalia in Greece and in Centro in Portugal (both 1.0%), followed by the two Romanian regions Sud-Vest Oltenia and Sud-Est and the Greek region Peloponnisos (all 1.1%).»
In 2006, 4.4% of the EU27 labour force was employed in high-tech sectors3. Three quarters of those employed in high-tech sectors worked in high-tech knowledge-intensive services and a quarter in high-tech manufacturing.
The share of employment in high-tech sectors was more than 6% in 29 EU27 regions: nine of these regions were found in Germany, five in the United Kingdom, three in Hungary, two each in Belgium and Finland and one region each in the Czech Republic, Ireland, Spain, France, Italy, Austria and Sweden as well as Malta. The highest share of employment was found in Berkshire, Buckinghamshire & Oxfordshire (11.5%) in the United Kingdom, followed by Stockholm (9.3%) in Sweden, Île de France (8.9%) in France and the two German regions Dresden (8.7%) and Oberbayern (8.5%).
The share of employment in high-tech sectors was less than 2% in 23 EU27 regions: Six of these regions were found in Romania, five in Greece, four each in Spain and Poland, and two each in Bulgaria and Portugal. The lowest shares of employment were found in Thessalia in Greece and in Centro in Portugal (both 1.0%), followed by the two Romanian regions Sud-Vest Oltenia and Sud-Est and the Greek region Peloponnisos (all 1.1%).»
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(excerto de Eurostat News Release nº 150/2008, de 30 Outubro de 2008 - http://ec.europa.eu/eurostat)
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Informação,
Mercado de Trabalho
quinta-feira, outubro 30, 2008
Eurostat regional yearbook
«Eurostat regional yearbook 2008
EU27 regions under the magnifying glass
In which EU region can you find the highest share of the labour force employed in high-tech sectors? Which region has the highest total number of nights spent in hotels? And which region has the lowest rate of road deaths?
The answers to these questions and many more are found in the 2008 edition of the Eurostat regional yearbook1 which is published by Eurostat, the Statistical Office of the European Communities. The publication gives an overview of the most recent economic, social and demographic developments in the 271 regions2 of the 27 Member States of the European Union as well as in regions in the three candidate countries (Croatia, the former Yugoslav Republic of Macedonia and Turkey) and the four EFTA countries (Iceland, Liechtenstein, Norway and Switzerland).
The Eurostat regional yearbook 2008 includes chapters on population, urban statistics, GDP, household accounts, structural business statistics, labour market, transport, tourism, science, technology & innovation, health and agriculture. The publication also contains two new subjects; labour costs and sectoral productivity. The latter was written by the European Commission Directorate-General for Regional Policy.
To illustrate the diversity of data found in the Eurostat regional yearbook, this News Release presents three indicators from different statistical fields.»
EU27 regions under the magnifying glass
In which EU region can you find the highest share of the labour force employed in high-tech sectors? Which region has the highest total number of nights spent in hotels? And which region has the lowest rate of road deaths?
The answers to these questions and many more are found in the 2008 edition of the Eurostat regional yearbook1 which is published by Eurostat, the Statistical Office of the European Communities. The publication gives an overview of the most recent economic, social and demographic developments in the 271 regions2 of the 27 Member States of the European Union as well as in regions in the three candidate countries (Croatia, the former Yugoslav Republic of Macedonia and Turkey) and the four EFTA countries (Iceland, Liechtenstein, Norway and Switzerland).
The Eurostat regional yearbook 2008 includes chapters on population, urban statistics, GDP, household accounts, structural business statistics, labour market, transport, tourism, science, technology & innovation, health and agriculture. The publication also contains two new subjects; labour costs and sectoral productivity. The latter was written by the European Commission Directorate-General for Regional Policy.
To illustrate the diversity of data found in the Eurostat regional yearbook, this News Release presents three indicators from different statistical fields.»
(excerto de EUROSTAT News Release 150/2008, de 30 de Outubro de 2008 - http://ec.europa.eu/eurostat)
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Mercado de Trabalho,
Territórios e Desenvolvimento,
Turismo
sexta-feira, outubro 24, 2008
Regras de mobilidade na Função Pública
Artigo JN
Sindicatos contra alteração das regras de mobilidade na Função Pública:
http://jn.sapo.pt/paginainicial/nacional/interior.aspx?content_id=1033052
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
Sindicatos contra alteração das regras de mobilidade na Função Pública:
http://jn.sapo.pt/paginainicial/nacional/interior.aspx?content_id=1033052
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
domingo, setembro 21, 2008
Código do Trabalho, ainda
Artigo SOL
Código do Trabalho aprovado com votos contra de Manuel Alegre e de outros três socialistas:
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=109760
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
Código do Trabalho aprovado com votos contra de Manuel Alegre e de outros três socialistas:
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=109760
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
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