Espaço de debate de temas de Economia Portuguesa e de outros que com esta se relacionam, numa perspectiva de desenvolvimento
sexta-feira, setembro 28, 2012
quinta-feira, setembro 27, 2012
quarta-feira, setembro 26, 2012
"2ND INTERNATIONAL SCIENTIFIC CONFERENCE - Whither Our economies”
«2ND INTERNATIONAL SCIENTIFIC CONFERENCE
“Whither Our economies”
OCTOBER 15-16, 2012
OCTOBER 15-16, 2012
organized by
MYKOLAS ROMERIS UNIVERSITY
Faculty of Economics and Finance Management
Faculty of Economics and Finance Management
in cooperation with
FATIH UNIVERSITY (TURKEY)
Faculty of Economics and Administrative Sciences
Faculty of Economics and Administrative Sciences
UNIVERSITY OF FOGGIA (ITALY)
Department of Economics
Department of Economics
VALENCIA POLYTECHNIC UNIVERSITY (SPAIN)
Faculty of Business Administration and Management
Faculty of Business Administration and Management
If You need more information, please write: woe@mruni.eu»
(reprodução parcial de texto de promoção da conferência identificada)
"Infelizmente, há gente que prefere que as forças anti-troika se digladiem"
Notícia Público
Manifestantes de 15 de Setembro apelam à “participação maciça” no protesto da CGTP:http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/manifestantes-de-15-de-setembro-apelam-a-participacao-massiva-no-protesto-da-cgtp-1564527
terça-feira, setembro 25, 2012
domingo, setembro 23, 2012
“Estes programas de ajustamento da troika são um erro brutal”
Entrevista jornal i
João Ferreira do Amaral. “Estes programas de ajustamento da troika são um erro brutal”:
http://www.ionline.pt/portugal/joao-ferreira-amaral-estes-programas-ajustamento-da-troika-sao-erro-brutal
João Ferreira do Amaral. “Estes programas de ajustamento da troika são um erro brutal”:
http://www.ionline.pt/portugal/joao-ferreira-amaral-estes-programas-ajustamento-da-troika-sao-erro-brutal
sábado, setembro 22, 2012
9th EBES Conference, Rome
«CALL FOR PAPERS
9th EBES CONFERENCE - ROME
JANUARY 11-13, 2013
ROME, ITALY
On behalf of the organizing committee, I would like to invite you to participate in the 9th EBES Conference, in Rome, Italy, which will bring together many distinguished researchers from all over the world. Participants will find opportunities for presenting new research, exchanging information, and discussing current issues.
Although we focus on Europe and Asia, all papers from major business, finance, and economics fields - theoretical or empirical - are highly encouraged. Abstract submission for the 9th EBES Conference is now open. For online submission, please visit our website at www.ebesweb.org. I also would like to remind you that the deadline for abstract submission is October 31st, 2012.
I look forward to receiving your submissions and to seeing you on January 11-13, 2013 in Rome, Italy.
Sincerely,
Iftekhar Hasan, Ph.D
President»
(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)
sexta-feira, setembro 21, 2012
quinta-feira, setembro 20, 2012
ENTRExplorer
«ENTRExplorer
Visita-nos em www.entrexplorer.com e vem jogar o jogo dos empreendedores!!!
Testa a tua ideia de negócio e constrói o teu Plano de Negócios!!!»
(reprodução de mensagem promocional de jogo de introdução ao empreendorismo - em fase de teste, ainda - que me caiu entretanto na página pessoal do Facebook)
Etiquetas:
Informação,
Iniciativa Empresarial
quarta-feira, setembro 19, 2012
A esperança falhada…
Como podem os governantes portugueses convencer-me de que
com mais austeridade poderemos aspirar a salvar a nossa economia e vê-la
crescer num futuro próximo?
Não passam de balelas! Ao visitar a Finlândia neste
Setembro quente de 2012, depois de em Agosto ter ido à Alemanha, só posso ter a
certeza de que estão a brincar connosco ou, então, são tão “experimentalistas”
que nem sabem bem o que estão a afirmar de forma tão veemente!
Ao assumir de forma tão irreflectida a austeridade, estão
a camuflar inúmeros problemas inerentes à cultura portuguesa e que sobressaem
quando visitamos outros países muito mais avançados que nunca conseguiremos
alcançar, como, por exemplo, a Finlândia. Este país, que alberga um povo que é
metade da população do nosso país consegue viver em grande harmonia com a
natureza. E respeita essa mesma natureza. Vive de uma forma simples e poupa
muito tempo porque é muito organizado. Poderão alguns afirmar que são demasiado
organizados, mas isso é de tal forma vantajoso que se dão ao luxo de começar
cedo a jornada de trabalho, fazerem duas pequenas pausas no dia de trabalho
para beber café ou chá, almoçarem em meia-hora (um almoço mais leve do que o
nosso) e sair cedo do local de trabalho, pelas 16 horas (alguns mais cedo), a
tempo de vivenciar a sua vida familiar.
Não perdem tempo nos corredores a conversar na jornada de
trabalho. Cada um desenvolve as sua tarefas e encontra-se com os outros na
pequena pausa que fazem.
Por outro lado, enquanto em Portugal assistimos a um
colapso do ensino, com milhares de alunos com dificuldades em assegurar a sua
continuidade numa Universidade, na Finlândia os estudantes têm direito a 500
euros mensais dados pelo Governo, durante cerca de 5 anos para poderem fazer um
Curso superior e um mestrado. Acresce ainda que não têm de pagar propinas. O
ensino é gratuito. Como conseguimos competir com um sistema destes? É
impossível.
Acresce ainda que o staff
das universidades é completo. Uns dedicam-se à parte mais técnica
(organizam os cursos, organizam os centros de investigação,…), outros dão
sobretudo aulas e são equipas multidisciplinares. Por exemplo, um informático
ajuda muito num departamento de ciências sociais… Têm dinheiro para a
investigação e para desenvolver projectos. E dizem eles que agora as coisas
estão pior por causa da crise internacional!...
Decidi que quando for grande quero ser finlandesa!...
Ainda que esperem que eu seja muito organizada e dedicada ao trabalho, terei
tempo para a minha família, viverei junto de um dos 188.000 lagos ou numa das
179.000 ilhas existentes, numa simples casa de madeira, com todo o conforto
interior de que necessitarei. Terei um bonito jardim e a minha casa será
cercada apenas por sebes naturais (sem muros, nem grades), pois sei que viverei
em segurança. Terei
um baloiço e um escorrega para os meus filhos brincarem. Pertencerei ao grupo
de mulheres das mais emancipadas do planeta Terra e poderei estudar sem me
preocupar com as propinas que me pedem em cada ano lectivo. Poderei ser
professora, pois terei tempo para fazer investigação e tentar publicar nas
revistas internacionais mais prestigiadas. Tentarei adaptar-me ao clima,
seguramente um dos poucos handicaps
da Finlândia… Serei uma cidadã activa, assinando petições que os políticos
consideram quando pensam em demolir algum edifício antigo… Nessa altura, quando
quiser ser finlandesa, nunca mais me recordarei que um dia tentei ser
portuguesa, mas que a esperança acabou por sair falhada…
Paula Cristina
Remoaldo
segunda-feira, setembro 17, 2012
"Emprego e TSU: O impacto no emprego das alterações nas contribuições dos trabalhadores e das empresas"
«Caros colegas
Dado que não conhecemos nenhum estudo sobre o
impacto das variações da TSU no emprego, motivo alegado pelo governo na
sua proposta, eu, o Fernando Alexandre, o Joao Cerejeiora e o Miguel
Portela, com o Pedro Bação da UCoimbra) decidimos fazer esse estudo por
nós próprios.
O estudo é público, os dados são públicos, a programação
econométrica é pública. Tudo está disponível online para que o
escrutínio público seja feito.
O trabalho segue em anexo e pode ser encontrado aqui:
O sumário executivo com a nossa motivação e com as principais conclusões a que chegámos segue em baixo.
Emprego e TSU: O impacto no emprego das alterações nas contribuições dos trabalhadores e das empresas
Sumário executivo
Nos últimos anos, vários países reduziram
as contribuições das empresas para a Segurança Social com o objectivo
de melhorar a competitividade externa das economias e estimular a
criação de emprego. Nesta linha, o governo português propôs uma descida
da contribuição das empresas para a Segurança Social ao mesmo tempo que
aumenta a contribuição dos trabalhadores, resultando num aumento das
contribuições totais. Mais precisamente, propôs uma diminuição da
contribuição das empresas para a segurança social em 5,75 pp (pontos
percentuais) e um aumento de 7 pp para os trabalhadores, o que resulta
num aumento da contribuição total em 1,25 pp.
A originalidade da proposta do governo português resulta de
ambos os encargos incidirem sobre o mesmo factor, ou seja, procura-se
reduzir os custos de trabalho aumentando globalmente os encargos sobre
o trabalho. Esta novidade torna-a, do ponto de vista intelectual e
académico, numa questão muito interessante.
Com o objectivo de estudar o impacto das variações dos descontos para a
Segurança Social, contribuindo para um debate informado, desenvolvemos
modelos analíticos e econométricos que nos permitem analisar a política
proposta.
Do ponto de vista teórico, demonstramos que o impacto da
proposta de alteração da TSU depende crucialmente dos pressupostos de
partida, não sendo possível alcançar resultados inequívocos
relativamente aos efeitos positivos ou negativos sobre o emprego.
Assim a análise dos efeitos desta proposta do Governo terá,
necessariamente, de ser empírica. De acordo com o modelo empírico
estimado, as alterações dos descontos para a Segurança Social levam a
que se perca cerca de 33000 empregos. Considerando um intervalo de
confiança de 95%, os nossos resultados sugerem que a perda de empregos
pode ser na ordem dos 68000. Por outro lado, na melhor das hipóteses o
impacto sobre a criação de emprego é praticamente nulo, apenas criaria
1000 empregos.
Concluímos também que na sequência das propostas apresentadas,
é de esperar um aumento do peso do desemprego de longa duração no
desemprego total.
Luís Aguiar-Conraria
--
Luís Aguiar-Conraria, FkD
Professor Associado
Departamento de Economia
Escola de Economia e Gestão
Universidade do Minho
telefone: +351 253 604 587»
(reprodução integral de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, com origem no colega identificado e tendo por destinatários imediatos o universo dos professores e funcionários da EEG/UMinho)
domingo, setembro 16, 2012
sábado, setembro 15, 2012
"Um grito de revolta da sociedade civil"
Notícia JN
Mais de 100 mil pessoas confirmaram presença nas manifestações:
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=2771411
Mais de 100 mil pessoas confirmaram presença nas manifestações:
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=2771411
sexta-feira, setembro 14, 2012
"Saiba onde se realizam as 30 manifestações de amanhã"
«"Que se lixe a troika! Queremos as nossas vidas!" é o mote que promete juntar milhares de pessoas em mais de 30 cidades contra a austeridade. O protesto ameaça passar fronteiras e está marcado também no...
As manifestações têm estado a ser convocadas via Facebook. Clique nas cidades para ver o evento na rede social. Saiba AQUI mais informações no blogue da organização.
Lisboa: Praça José Fontana às 17h
Porto : Avenida dos Aliados às 17h
Portimão: em frente à Câmara Municipal às 16h
Viseu: Rossio às 17h
Aveiro: Rua Carlos Aleluia às 17h
Guarda: Praça Luís de Camões às 17h
Braga: Avenida Central às 15h
Coimbra: Praça da República às 17h
Loulé: Mercado de Loulé às 17h
Vila Real : junto à Câmara Municipal às 17h
Covilhã: Pelourinho às 17h
Marinha Grande: Parque da Cerca às 17h
Moncorvo: Torre de Moncorvo - Largo da Corredoura às 17h
Leiria : Fonte Luminosa às 15h
Caldas da Rainha: Largo da Câmara (em frente ao tribunal) às 15h
Faro: Largo da Pontinha às 17h
Portalegre: Praça da República às 17h
Castelo Branco: em frente à Câmara Municipal às 17h
Beja: Praça da República às 17h
Figueira da Foz: em frente à Câmara Municipal às 15h
Santarém: em frente ao W Shopping às 17h
Évora: Praça do Giraldo às 17h
Lamego: Monumento ao Soldado Desconhecido "Chico do Pinto"às 17h
Mogadouro: Parque da Vila às 17h
Peniche: Praça Jacob Rodrigues Pereira às 17h
Santa Maria da Feira: em frente à Câmara Municipal às 17h
Setúbal : Praça do Bocage (em frente ao município) às 17h
Sines : Rossio às 17h
Nisa: Praça da República (junto à Biblioteca) às 17h
Ponta Delgada: Portas da Cidade às 16h
Funchal : Praceta do Infante às 17h
Berlim (Alemanha): Zimmerstrasse, número 56
Fortaleza (Brasil): Rua Desembargador Leite Albuquerque, 635 Sala 402
Londres (Inglaterra): Embaixada Portuguesa (11 Belgrave Square London)
Paris (França): Embaixada de Portugal (3 Rue de Noisiel)
Nos EUA e Canadá não haverá uma manifestação presencial, mas cada um é convidado no evento a fazer cartazes de indignação e fotografias e colocar durante o dia de amanhã no Facebook.»
(reprodução de notícia DIÁRIO DE NOTÍCIAS online, de 2012-09-14)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]
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