Notícia JN
Incumprimento das famílias cai pela primeira vez em cinco meses:
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=567017
Espaço de debate de temas de Economia Portuguesa e de outros que com esta se relacionam, numa perspectiva de desenvolvimento
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segunda-feira, julho 09, 2012
terça-feira, julho 03, 2012
"O desemprego no distrito de Braga atingiu em Maio o máximo ´histórico` de 65.386 trabalhadores"
Notícia Correio do Minho
Desemprego no Distrito: “Máximo histórico” vai agravar-se:
http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=62606
Desemprego no Distrito: “Máximo histórico” vai agravar-se:
http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=62606
terça-feira, junho 12, 2012
"Chegou o tempo de dar um rumo novo à nossa história"
"Nóvoa, hoje [anteontem]: um discurso que me pareceu brilhante":
quinta-feira, março 29, 2012
"[Movimento Sem Emprego] - Plenários em Lisboa e no Bombarral"
«O MOVIMENTO SEM EMPREGO informa a realização dos
seguintes plenários:
- Lisboa, 29 de Março, às 18h30, no Clube de Futebol de Santa Catarina, Calçada do COMBRO 49,1º (Lisboa)
Evento no Facebook: http://www.facebook.com/events/349869798364580/
http://maps.google.com/maps?q=CLUBE+DE+FUTEBOL+DE+SANTA+CATARINA,+Cal%C3%A7ada+do+Combro,+Lisboa,+Portugal&hl=en&ie=UTF8&sll=39.283193,-9.190692&sspn=0.025312,0.038581&oq=%09+Clube+de+Futebol+de+Santa+Catarina&hq=CLUBE+DE+FUTEBOL+DE&hnear=Cal%C3%A7ada+do+Combro,+Santa+Catarina,+1200+Lisboa,+Portugal&t=m&z=17 - Azambujeira dos Carros, Bombarral, 14 de Abril, às 16h00, no pavilhão da colectividade local
Panfleto para impressão: http://www.movimentosememprego.info/docs/bombarral.jpg
Evento no Facebook: http://www.facebook.com/events/105681752898772/
http://maps.google.com/maps?q=Azambujeira+dos+Carros,+Bombarral,+Portugal&hl=en&sll=39.282663,-9.190536&sspn=0.006328,0.009645&oq=Azambujeira+&hnear=Azambujeira+dos+Carros,+Bombarral,+Leiria,+Portugal&t=m&z=15
Este grupo de trabalhadores que alterna a sua condição entre o desemprego, o sub-emprego ou a precariedade, afirma
estar empenhado na criação de um movimento para o combate político e para a defesa dos direitos deste sector social.
Manifesto do Movimento Sem Emprego: http://www.movimentosememprego.info/docs/ManifestoMSE.pdf.
Manifesto do Movimento Sem Emprego: http://www.movimentosememprego.info/docs/ManifestoMSE.pdf.
Unidos pelo Direito ao Trabalho e à Dignidade!
Para mais informações contactar:
Ana Rajado 967872436,
Ana Pacheco 965347923
Página no Facebook: http://www.facebook.com/groups/movimentosememprego/
Twitter: https://twitter.com/MovSemEmprego»
(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)
quinta-feira, agosto 26, 2010
Sucesso do Sporting de Braga e marketing territorial
Artigo Expresso
A lição do Sporting de Braga:
http://aeiou.expresso.pt/a-licao-do-sporting-de-braga=f600601
*
A lição do Sporting de Braga:
http://aeiou.expresso.pt/a-licao-do-sporting-de-braga=f600601
*
sexta-feira, dezembro 15, 2006
Marca Portugal: vantagem e/ou desvantagem
Numa economia global, todos os países competem entre si para aumentar as exportações, atrair mais turistas e captar investimento estrangeiro. Neste contexto, a variante reputação/imagem país tem um importante impacto económico e é uma vantagem ou uma desvantagem competitiva que merece um programa de gestão e de acção focalizada. No caso de países como Portugal, onde ocorreram mudanças ou evoluções drásticas e rápidas, o desfasamento entre percepção e realidade torna ainda mais necessária a existência de um programa de marca país.
A Marca Portugal é, hoje, um factor de desvantagem competitiva do País. De verdade, se demonstra que os produtos do País se vendem mais caros por mudarem de etiqueta para omitir, ou disfarçar, a sua nacionalidade. Então, a Marca Portugal não só não é o factor de impulsão do comércio externo que deveria ser, como é o contrário, ou seja, uma desvantagem. As marcas mal geridas - e a Marca Portugal não é por isso diferente -costumam vender pouco porque os decisores, os proprietários, preferem iludir-se a corrigir-se . Se uma marca tem más vendas, isto quer dizer que essa marca está a ser mal gerida. E se uma marca é mal gerida, quem faz essa má gestão são profissionais incompetentes. Então, se os profissionais são incompetentes, a última culpa será de quem lhes paga, apesar da incompetência. No caso da Marca Portugal, quem lhes paga são todos os eleitores que, a exemplo de muitas administrações, preferem ser enganados.
A eficácia de um investimento mede-se pela quantidade de resultados que este traz, no caso do Comércio Externo português, o dinheiro gasto na promoção de Portugal e das suas marcas não se qualifica como investimento, porque os resultados globais atingidos são maus. Se o deficit da balança comercial portuguesa aumenta todos os anos ao ritmo de uns 10% , infelizmente, isso só pode significar que o dinheiro gasto na promoção das exportações foi mal aplicado. Bem que se poderia argumentar que, para o efeito a que se destina, o investimento na promoção da Marca Portugal apenas dinamiza as exportações e que estas, além de representarem quase 30% da produção portuguesa, têm vindo também a crescer, e até bastante rápido. Quase todos os anos, as exportações portuguesas crescem a um ritmo acima dos 5%, num valor perto de mil milhões de euros por ano. Este crescimento das vendas, ou das exportações até poderia ser bom, não se desse o caso das importações, estragarem o resultado ao representarem perto de metade de todo o consumo, criando um resultado global da balança de transacções negativo.
Se o Ministério da Economia quisesse mesmo reduzir os prejuízos que tem acumulados à volta do comércio externo, trataria de suportar um Departamento de Marketing para Portugal, com um mandato completo para gerir a Marca Portugal. Desde a orientação do produto, até à compra do espaço de meios. Um Departamento de Marketing, que, em vez de medir a sua actividade pelo número de campanhas de promoção ineficazes, estabeleceria para si próprio um objectivo de anular o deficit da balança de transacções ,assim como, melhorar a reputação do país que tem muito mais a oferecer que futebol…
Manuel Vilas
(doc. da série artigos de análise/opinião)
A Marca Portugal é, hoje, um factor de desvantagem competitiva do País. De verdade, se demonstra que os produtos do País se vendem mais caros por mudarem de etiqueta para omitir, ou disfarçar, a sua nacionalidade. Então, a Marca Portugal não só não é o factor de impulsão do comércio externo que deveria ser, como é o contrário, ou seja, uma desvantagem. As marcas mal geridas - e a Marca Portugal não é por isso diferente -costumam vender pouco porque os decisores, os proprietários, preferem iludir-se a corrigir-se . Se uma marca tem más vendas, isto quer dizer que essa marca está a ser mal gerida. E se uma marca é mal gerida, quem faz essa má gestão são profissionais incompetentes. Então, se os profissionais são incompetentes, a última culpa será de quem lhes paga, apesar da incompetência. No caso da Marca Portugal, quem lhes paga são todos os eleitores que, a exemplo de muitas administrações, preferem ser enganados.
A eficácia de um investimento mede-se pela quantidade de resultados que este traz, no caso do Comércio Externo português, o dinheiro gasto na promoção de Portugal e das suas marcas não se qualifica como investimento, porque os resultados globais atingidos são maus. Se o deficit da balança comercial portuguesa aumenta todos os anos ao ritmo de uns 10% , infelizmente, isso só pode significar que o dinheiro gasto na promoção das exportações foi mal aplicado. Bem que se poderia argumentar que, para o efeito a que se destina, o investimento na promoção da Marca Portugal apenas dinamiza as exportações e que estas, além de representarem quase 30% da produção portuguesa, têm vindo também a crescer, e até bastante rápido. Quase todos os anos, as exportações portuguesas crescem a um ritmo acima dos 5%, num valor perto de mil milhões de euros por ano. Este crescimento das vendas, ou das exportações até poderia ser bom, não se desse o caso das importações, estragarem o resultado ao representarem perto de metade de todo o consumo, criando um resultado global da balança de transacções negativo.
Se o Ministério da Economia quisesse mesmo reduzir os prejuízos que tem acumulados à volta do comércio externo, trataria de suportar um Departamento de Marketing para Portugal, com um mandato completo para gerir a Marca Portugal. Desde a orientação do produto, até à compra do espaço de meios. Um Departamento de Marketing, que, em vez de medir a sua actividade pelo número de campanhas de promoção ineficazes, estabeleceria para si próprio um objectivo de anular o deficit da balança de transacções ,assim como, melhorar a reputação do país que tem muito mais a oferecer que futebol…
Manuel Vilas
(doc. da série artigos de análise/opinião)
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