Economia Portuguesa

Espaço de debate de temas de Economia Portuguesa e de outros que com esta se relacionam, numa perspectiva de desenvolvimento

quarta-feira, dezembro 02, 2020

“A economia e o turismo em Portugal no pós-crise sanitária: um olhar suportado em dados empíricos e na revisão da literatura”

J. Cadima Ribeiro (2020), “A economia e o turismo em Portugal no pós-crise sanitária: um olhar suportado em dados empíricos e na revisão da literatura”. In A Universidade do Minho em tempos de pandemia: Tomo III: Projeções, Manuela Martins e Eloy Rodrigues (Eds.), UMinho Editora, Braga, págs. 152-171;





segunda-feira, novembro 09, 2020

"Economia do Esquecimento: rasgando o estreito de Magalhães", da autoria de Paulo Reis Mourão

A UMinho Editora publicou o livro "Economia do Esquecimento: rasgando o estreito de Magalhães" na coleção Ciência e Cultura para Todos, da autoria de Paulo Reis Mourão.

https://editora.uminho.pt/pt/Novidades/Paginas/detalhe.aspx?id=114

https://ebooks.uminho.pt/index.php/uminho/catalog/book/12


Da contracapa do livro:

[´Economia do Esquecimento` é um livro que se lê num folgo não tanto por ser contido no número de páginas mas, antes, em razão das temáticas que endereça (desde logo, o desenvolvimento, percebido enquanto acesso das pessoas, nos seus lugares de residência, ao emprego e bem-estar social), da fluidez da escrita e do compromisso que se percebe do autor com a sua região, Trás-os-Montes. Não se tratando de um romance, embora a forma como nos prende à leitura o pudesse sugerir, nem por isso deixa de nele haver espaço para a invocação de paradoxos, heróis e vilões, lamentando-se que não termine com um voto de esperança no futuro.

Embora devesse esperá-lo, acabei amiúde surpreendido pelo enunciar de “realidades” para as quais fui despertado há 40 anos, entre elas as de que “os custos de concentração” (no litoral) devem ser somados aos “custos do esquecimento” (do interior Transmontano, e não só), do que resulta óbvio que a superação ou mitigação de uns e outros só se conseguirá quando as atuações de política olharem, articuladamente, para uns e outros. Endereçando a problemática dos “caminhos do futuro”, concordo com o autor na necessidade dos atores do território se congregarem no estabelecimento de uma “estratégia de desenvolvimento”, ficando-me a dúvida se não devia também ter sublinhado que não há estratégia (de desenvolvimento) sem liderança, singular ou coletiva.

J. Cadima Ribeiro]