Sexta-feira, Maio 23, 2008

Seminário "A Política Ambiental no Sector Energético Português"

«Caríssimos Sócios,

Vimos por este meio divulgar o Seminário "A Política Ambiental no Sector Energético Português", próximo dia 28/05, a partir das 14h00, no Auditório da Direcção Regional de Economia de Coimbra.
Este evento faz parte do ciclo de seminários da Reforma Fiscal Ambiental, dentro da campanha do mesmo nome que o GEOTA há vários anos desenvolve em Portugal.
Mais informações e incrições pelos contactos do GEOTA. A divulgação pode ser efectuada também através do seguinte URL:
http://www.geota.pt/scid/geotaWebPage/defaultEventViewOne.asp?eventsID=46 de modo a obter sempre os dados mais actualizados sobre o evento.

Aproveitando a oportunidade, vimos por este meio divulgar também o Lanche-Debate:
Eficiência Energética e Energias Renováveis/Dia nacional da Energia, no dia 29 de Maio
O evento é organizado pelo SERS-Sindicato dos Engenheiros e pela GEOTA-Grupo de Estudos do Ordenamento do Território e Ambiente.
Os Oradores serão: o Professor Doutor António Sá da Costa, Licenciado em Engenharia Civil pelo IST, Doutorado pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology USA) em Recursos Hídricos e Presidente da APREN-Associação Portuguesa de Energias Renováveis e o Engenheiro Manuel Ferreira dos Santos- Licenciado em Engenharia Física e dos Materiais, Mestre em Engª Mecânica (Perfil de Energias Renováveis); Membro da Direcção da GEOTA e Coordenador do seu Grupo de Energia e Transportes.
Este Seminário será antecedido de um Welcome Coffee, que terá início às 18 horas.Este lanche será servido pela Pastelaria A Mexicana.
A comparticipação para Associados do SERS e da GEOTA é de 5 euros e, para não Sócios, 7 euros.
Pode obter mais informação na consulta ao URL:
http://www.geota.pt/scid/geotaWebPage/defaultEventViewOne.asp?eventsID=50
Inscrições por mail para engenheiro@sers.pt, ou por telefone:218473060/ 966051110.

Com os melhores cumprimentos,

Rita Azevedo
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Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional»
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(reprodução integral de mensagem, com a proveniência identificada, que me caiu esta manhã na caixa de correio electrónico)

Terça-feira, Maio 20, 2008

Economia galega: evolução e perspectivas

A situação da economia da Galiza é de notória importância para a população e os decisores políticos Portugueses, especialmente para os do Norte Litoral. Essa relevância deriva da crescente inter-relação entre ambas as economias, traduzida numa significativa capacidade de absorção recíproca, tanto de produções como de factor trabalho. A exportação de dinâmica económica a determinados territórios do Norte resulta do intenso crescimento do produto na Galiza, que atingiu, nos últimos três anos, taxas na ordem dos quatro por cento.
Apesar dos resultados extremamente positivos do último quinquénio, os dados de conjuntura indicam uma rápida desaceleração da actividade no primeiro trimestre de 2008, em linha com o que acontece no resto de Espanha e noutras economias Europeias. Em termos sectoriais observa-se uma forte quebra da actividade do sector secundário e no da construção civil, ainda que neste último a diminuição da actividade não foi tão intensa como no resto de Espanha. A taxa de desemprego no final de 2007 era de 7,5%, 1,1 ponto inferior à média espanhola, embora as previsões apontem para um incremento do número de desempregados nos próximos trimestres, nomeadamente nos dois sectores anteriormente indicados, e no sector serviços, ainda que a evolução da destruição de emprego nesse âmbito seja mais difícil de antecipar. Relativamente aos preços, a taxa de inflação inter-anual no final de 2007 foi de 4,1%, tendo-se verificado uma intensificação do crescimento dos preços a partir do mês de Agosto. As taxas inter-anuais dos meses que levamos de 2008 são ainda superiores, ainda que, em grande medida, esses aumentos se devam à evolução do preço do petróleo e à denominada inflação importada.
O Índice de Confiança dos Consumidores e os resultados do Inquérito de Conjuntura Industrial oferecem sinais evidentes do sentimento pessimista dos agentes económicos relativamente à evolução da actividade económica no curto e no médio prazo. A recuperação da confiança na economia precisa, tanto no caso da Galiza como no de outras economias, como a Portuguesa, da clarificação de uma série de acontecimentos internacionais escassamente previsíveis e da intervenção pública através de um conjunto de políticas tanto macro como microeconómicas.
Os principais acontecimentos de alcance global anteriormente indicados associam-se à crise financeira internacional e à evolução recente de determinados mercados de matérias-primas. A crise do mercado hipotecário subprime dos Estados Unidos transformou-se em poucos meses numa crise de crédito e de liquidez que tem provocado grandes desajustamentos no sistema financeiro internacional. As restrições das condições de acesso ao crédito, derivadas desses desajustamentos sobre o sistema financeiro, estão a ter já consequências negativas sobre os níveis de procura e consumo. O incremento do preço da maior parte das matérias primas, nomeadamente dos produtos alimentares (cereais), do petróleo e dos minerais para usos industriais, está a criar fortes desequilíbrios a nível internacional com consequências de difícil previsão sobre o PIB mundial e, mais concretamente, sobre o funcionamento de determinados mercados. Economias como a galega são extremamente vulneráveis a este tipo de fenómenos, por um lado, porque o crescimento económico dos últimos anos foi acompanhado de um incremento dos níveis de endividamento das famílias, sobretudo pelo forte incremento dos preços da habitação e, por outro, pelo alto grau de dependência energética e o pouco peso dos cereais na produção agrícola da Galiza.
Este tipo de problemáticas justifica a intervenção dos reguladores; num caso para melhorar os mecanismos de regulação e fiscalização e incrementar a transparência, e noutro, para implementar políticas que travem os crescentes níveis de especulação nos mercados de matérias-primas e para pôr em prática medidas que permitam avaliar o uso alternativo de certas produções agrícolas de modo mais consistente. A outro nível as autoridades nacionais e regionais devem intervir para combater os pontos fracos das economias do seu contexto de intervenção. No caso da Galiza as políticas a nível microeconómico devem destinar-se a definir sectores estratégicos de futuro, a incrementar o valor acrescentado das produções, a reduzir a dependência sectorial das exportações, e a promover a I&D e a qualificação dos trabalhadores.
Apesar de as receitas anteriores serem amplamente conhecidas, não tem existido uma acção planificada que permita estabelecer objectivos e medir o seu grau de desempenho. Neste sentido, convém referir que o governo galego prevê apresentar brevemente o denominado Plano de Competitividade 2008-2011, que visa alterar o modelo produtivo da economia da Galiza. O Plano contém cinco eixos fundamentais: desenvolvimento e modernização empresarial, demografia, inovação, infra-estruturas e eficiência da Administração Pública, e dedica uma especial atenção à inovação, nomeadamente ao desenvolvimento do sistema galego de I&D e à promoção da inovação no sector privado.
É evidente que os fenómenos económicos internacionais continuarão a afectar as economias locais, ainda que a intensidade do impacto dependa muito da sua estrutura económica e da oportunidade das políticas públicas escolhidas. Na actual conjuntura, a economia galega não está suficientemente preparada para minimizar o impacto da actual desaceleração internacional, mas a implementação de políticas públicas inteligentes pode contribuir no futuro para mitigar parcialmente os efeitos indesejáveis desses fenómenos de alcance global.
FRANCISCO CARBALLO-CRUZ

(artigo de opinião publicado na edição de hoje do Suplemento de Economia do Diário do Minho, em coluna regular intitulada "Desde a Gallaecia")

Segunda-feira, Maio 19, 2008

"Mais de três anos depois de ter tomado posse, o Governo ainda justifica o injustificável com o passado"

Novas oportunidades para a precariedade

(título de mensagem, datada de Segunda-feira, 19 de Maio de 2008, disponível em 0 de Conduta)

Sexta-feira, Maio 16, 2008

O PIB em Portugal aumentou 0,9% no primeiro trimestre deste ano

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(título de mensagem, datada de 08/05/15, disponível em Visto da Economia)

Segunda-feira, Maio 12, 2008

"Cada vez mais pessoas recebem salário mínimo"

«Os factores que ajudam a explicar o fenómeno estão identificados: o crescimento do trabalho pouco qualificado associado à imigração, o longo período de fraca expansão da economia, a precarização das relações laborais mesmo na camada dos licenciados, a maior concorrência e a contenção de custos por parte das empresas são alguns dos exemplos apontados pelos peritos.
De acordo com o Inquérito aos Ganhos e Duração do Trabalho divulgado na semana passada, que faz um retrato da situação em Abril de 2007, 5,5% dos trabalhadores dependentes em Portugal continental recebiam o salário mínimo. Ou seja, 192 mil pessoas ganhavam 403 euros por mês a trabalhar a tempo inteiro. Entretanto, o Governo aumentou o salário mínimo para 426 euros.
O peso deste grupo no emprego desceu entre o inquérito de Outubro de 2003 e o de Abril de 2006, mas desde então que não pára da subir, somando já três semestres consecutivos nesta tendência. Os números do ministério de José Vieira da Silva mostram que o salário mínimo incide mais sobre as mulheres (8% das trabalhadoras por conta de outrem). Nos homens, esse peso desce para metade, mas em ambos a tendência é para subir desde início de 2006.»

(extracto de notícia, datada de 08/05/12 e intitulada "Cada vez mais pessoas recebem salário mínimo", publicada pelo Diário Económico)

Sábado, Maio 10, 2008

Financiamento do ensino superior

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(título de mensagem, datada de Sábado, 10 de Maio de 2008, disponível em Ladrões de Bicicletas)

Quarta-feira, Maio 07, 2008

Dimensões competitivas de Portugal

«DIMENSÕES COMPETITIVAS DE PORTUGAL
Contributos dos Territórios, Sectores, Empresas e Logística

de João Leitão, João M. Ferreira, Susana Garrido Azevedo

Editor: Edições Centro Atlântico
<http://www.centroatl.pt/titulos/si/competitividade.php3>
Colecção: Sociedade da Informação
ISBN: 9789896150570
Ano de Edição/ Reimpressão: 2008
N.º de Páginas: 492

Sinopse

Na preparação de planos estratégicos de desenvolvimento articulados com os programas operacionais do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), para o período 2007 - 2013, há a necessidade latente de definir um posicionamento estratégico que rompa com as opções estruturais do passado, baseadas no cimento, no saneamento e, sobretudo, num pensamento taciturno arreigado à posição periférica atribuída, por alguns analistas, à porta de entrada na Europa Ocidental: Portugal.
A presente obra constitui certamente uma referência para todos os leitores que se interessam, verdadeiramente, em contribuir numa base diária para que Portugal se posicione, de forma diferenciada, atendendo a necessidades já diagnosticadas ao nível da competitividade territorial, sectorial e empresarial. A estrutura desta obra centra-se na avaliação da competitividade, através da reunião e conjunção de três dimensões de análise: a territorial, a sectorial e a empresarial.
A utilização conjunta destas dimensões permite apresentar contributos numa lógica de competitividade sustentável para a definição de um novo posicionamento estratégico de Portugal. Os leitores poderão, ainda, analisar diversos casos e experiências em territórios e sectores produtivos, nos quais a logística e a inovação são áreas estratégicas para a mudança do mapa de acessibilidades e do perfil produtivo e tecnológico de Portugal.

Ficha online do livro:
http://www.centroatl.pt/titulos/si/competitividade.php3

Excerto online:
http://www.centroatl.pt/titulos/si/imagens/excerto-livro-ca-competitividade.pdf»
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Nota: o lançamento do livro está agendado para Lisboa, a 20 de Maio pf.
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(reprodução de mensagem de divulgação que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico)

A asneira do dia

«"Os países que entraram agora estão a beneficiar do exemplo português", sublinha Rui Constantino, que explica que um dos principais erros cometidos foi a má gestão da política orçamental. "Devia ter sido prócíclica, em vez ter acabado por ser contra-cíclica".»

(extracto de notícia, datada de 08/05/07 e intitulada "Portugal não soube como aproveitar o euro", publicada no Diário Económico)
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Comentário: a que período se está a referir o senhor? Aos últimos 3 anos ou aos últimos 10, a que a notícia se refere? Se for aos últimos 3 anos, ...