Espaço de debate de temas de Economia Portuguesa e de outros que com esta se relacionam, numa perspectiva de desenvolvimento

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quarta-feira, agosto 22, 2012

"Port Wine Distribution Strategies: Buyer/Seller Cooperation"

«[...]
AAWE Working Paper No. 116 Business

Luis Sequeira

[...]»

(reprodução parcial de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)

sábado, março 05, 2011

sábado, outubro 24, 2009

terça-feira, março 18, 2008

"Galp quer ultrapassar BP em Espanha"

«Petrolífera quer continuar a crescer
Galp atenta a activos da Repsol quer ultrapassar a BP no 'ranking' espanhol.
A Galp está de olhos postos nos activos que a Repsol vai alienar no âmbito do seu novo plano estratégico para 2008-2012, com destaque para o Brasil e Bolívia. A garantia foi dada pelo presidente da petrolífera portuguesa, Ferreira de Oliveira, em entrevista a publicar hoje no jornal "Expansión". "Não significa que os vamos comprar, mas iremos estudá-los", refere o homem forte da Galp.
A aproximação entre as duas petrolíferas não é de agora. Há muito que a Repsol mantém conversações com o grupo nacional com vista a eventuais participações conjuntas em projectos de exploração e produção de petróleo em África e na América Latina. Fruto dessa estratégia é a recente entrada da Repsol no projecto de gás natural liquefeito, em Angola, juntamente com a Sonangol, Galp e Eni.
Ferreira de Oliveira deixa ainda claro que outra das suas prioridades é o crescimento na área do retalho em Espanha, onde actualmente regista vendas na ordem dos 2.500 milhões de euros. O alvo está definido: converter-se num dos três maiores distribuidores de combustíveis, atrás da Repsol e da Cepsa, que contam com 3.600 e 1.500 postos de abastecimento, respectivamente.
Com a compra da rede da Agip aos italianos da Eni, a Galp passa a deter 543 estações. O seu objectivo mais imediato é ultrapassar a BP que possui um pouco mais de 600 estações. "Apesar de não termos pressa em crescer, nem um plano definido, estaremos atentos a todas as oportunidades, tanto em crescimento orgânico, como de aquisições".
Ana Maria Gonçalves»
(notícia, datada de 18-03-2008 e intitulada "Galp quer ultrapassar BP em Espanha", publicada no Diário Económico)

quinta-feira, junho 07, 2007

Experiências de internacionalização na fileira têxtil e papel do território

"As empresas seleccionadas para ilustrar o papel do território no seu processo internacionalização foram a Lousafil, a Confetil, a Irmãos Vila Nova e a Maconde. Duas destas, a Irmãos Vila Nova e a Maconde, sedeadas em pleno coração da têxtil algodoeira nacional, o Vale do Ave, e as duas outras em municípios confinantes.

A Lousafil foi fundada em 1979, em Lousada, tendo como principal objectivo a produção de vestuário para desporto fora-de-portas (sky, snowboard e montanhismo), roupa desportiva de cidade, blusões, parkas, vestuário de trabalho e vestuário de protecção e segurança. Recentemente, passou a incluir na sua oferta o segmento de vestuário de protecção e segurança e produtos “inteligentes”, como coletes à prova de bala, blusões com sistema de regulação de temperatura, e luvas 100% anti-fogo, em aerogel (JORNAL TEXTIL, 2005).
A empresa apostou, igualmente, na personalização dos produtos, configurando soluções à medida dos clientes, e na exploração de novos segmentos de negócio, com incorporação de tecnologia, como o já mencionado segmento dos têxteis “inteligentes”, o vestuário profissional e o desportivo. Decorrente da exigência tecnológica que esta estratégia impõe, o estabelecimento de parcerias com agentes no seu território de referência ofereceu-se indispensável, sendo exemplo a estabelecida com o CITEVE (Centro Tecnológico da Indústria Têxtil e do Vestuário) e com um conjunto de outros agentes nacionais, visando o desenvolvimento de fatos especiais de bombeiros para a Agência Espacial Europeia (ESA).
Retenha-se, também, que a empresa recorre à subcontratação local na área da produção (contando com cerca de 15 empresas que trabalham praticamente todo o ano para si) e dispõe de uma pequena unidade de produção em Cabo verde, o que lhe viabiliza a redução de custos e confere maior flexibilidade de resposta.
Aparte a produção de insígnia própria, a Lousafil trabalha, por sua vez, para algumas marcas internacionais. As exportações para o mercado europeu representam a maior parcela de vendas da empresa.
[...]"

J. Cadima Ribeiro
J. Freitas Santos

(extracto de comunicação intitulada "Território e Internacionalização Empresarial na Fileira Têxtil", apresentada na XXXII Reunión de Estudios Regionales, que decorreu em Ourense, de 16 a 18 de Novembro de 2006)