| Revista Portuguesa de Estudos Regionais N.º 52 (2019) |
Espaço de debate de temas de Economia Portuguesa e de outros que com esta se relacionam, numa perspectiva de desenvolvimento
quinta-feira, setembro 12, 2019
sexta-feira, julho 12, 2019
Social Entrepreneur's Networks and Institutional Environment: Ties That Bind?
"Institutional environments are widely regarded as a crucial advantage of regions to promote social entrepreneurship. However, there is scarce empirical support on the importance of network relationships and the ties that bind, both institutions and social entrepreneurs. This study contributes to filling this gap by analyzing network relationships and the institutional environment in Portugal. A quantitative approach is used in the study, using primary data collected through an online survey. A questionnaire was emailed to both Portuguese Non-Governmental Organizations and projects available on the Portuguese Social Stock Exchange. In the analysis of the data, the authors used descriptive statistics and canonical correlation analysis in an attempt to examine the links between network relationships and the institutional environment. The results we got show that a favorable institutional environment is not independent of the decision to start a new social venture."
Susana Bernardino
(CEOS.PP/ISCAP/P.Porto, Porto, Portugal)
José Freitas Santos
(CEOS.PP/ISCAP/P.Porto, Porto, Portugal)
José Cadima Ribeiro
(University of Minho, Braga, Portugal)
[Resumo de artigo entretanto publicado em
International Journal of Sustainable Entrepreneurship and Corporate
Social Responsibility (IJSECSR),
Vol. 4, N. 2, pp. 1-22, DOI:
10.4018/IJSECSR.2019070101
-https://www.igi-global.com/article/social-entrepreneurs-networks-and-institutional-environment/233632]
-https://www.igi-global.com/article/social-entrepreneurs-networks-and-institutional-environment/233632]
Etiquetas:
Comportamento dos Agentes,
Políticas Sociais,
Publicações
domingo, julho 07, 2019
Os impactes do turismo em Barcelos: uma aproximação exploratória
Apesar de o Galo de Barcelos
ser usado há muitas décadas como elemento simbólico da cultura Portuguesa e
junto dos turistas que visitam Portugal, são poucos os estudos que se têm
debruçado sobre os impactes do turismo no município onde este ícone foi criado.
Além da tradição ceramista inerente ao município de Barcelos, existem outros
recursos turísticos que têm vindo a ser transformados em produtos e que urge entender
que tipo de impactes tem provocado. O presente estudo debruça-se, de forma
exploratória, sobre os impactes económicos percebidos da atividade turística no
município. Para a recolha dessas perceções, recorreu-se à realização de
entrevistas semiestruturadas a seis atores locais com atuação em diferentes
áreas da vida local. De um modo geral, os entrevistados partilham a opinião de
que Barcelos foi um dos municípios beneficiados pelo crescimento do setor em
Portugal e na cidade do Porto, em particular, ainda que haja muito a fazer para
tornar Barcelos num destino internacional. No processo de crescimento do número
de visitantes teve particular relevância a figura do peregrino do Caminho de
Santiago, mas para a consolidação da sua atratividade e imagem turística urge tirar
partido da designação recente pela UNESCO de Barcelos como cidade criativa.
Palavras-Chave: Impactes do Turismo; Perceções dos Residentes;
Caminho de Santiago; Galo de Barcelos; Cidade Criativa; Barcelos.
J. Cadima Ribeiro, NIPE – Núcleo de Investigação em Políticas
Económicas, Universidade do Minho
Paula Remoaldo, Lab2PT – Laboratório de Paisagens, Património e
Território, Universidade do Minho
(premoaldo@geografia.uminho.pt)
[Resumo de comunicação apresentada no 26º Congresso da APDR (26th APDR Congress), genericamente subordinado ao tema ´Evidence-based territorial policymaking: formulation, implementation and evaluation of the policy`, organizado pela Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional, que decorreu na Universidade de Aveiro, Aveiro, a 4 e 5 de julho de 2019; 27 págs. (trabalho em co-autoria)]
quarta-feira, maio 15, 2019
sábado, abril 06, 2019
26º Congresso da APDR - submissão de resumos
«Caro(a) Colega,
A Universidade de Aveiro (UA) e a Associação Portuguesa de Desenvolvimento Regional (APDR) estão a organizar o 26º Congresso da APDR,
que se realizará nos próximos dias 4 e 5 de julho, na UA.
Assim, convidamos os potenciais interessados a submeter trabalhos numa das suas 28 sessões ordinárias e/ou 26 sessões especiais,
lembrando que a data limite para submissão de resumos termina no próximo dia 16 de abril.
Pedimos a máxima compreensão para qualquer redundância de informação recebida sobre a divulgação deste evento.
Para informação adicional, por favor, consultar:
Atentamente,
João Lourenço Marques
(em nome da Comissão Organizadora e da APDR)»
(Reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio eletrónico, proveniente da entidade identificada)
Etiquetas:
Conferências,
Territórios e Desenvolvimento
terça-feira, março 12, 2019
Sustainability, Vol. 11, N. 5, 2019: “Stepping out of the Shadows: Legacy of the European Capitals of Culture, Guimarães 2012 and Košice 2013”
The European Capitals of Culture (ECOC) is the most ambitious cultural, collaborative programme in Europe. Up until 2000, ECOC projects were hosted by several national capitals and principal cultural cities in Europe. In the second phase, the programme also began to discover second-tier and less well-known cities hidden in the shadow of the cultural capitals. This paper focuses on assessing different ECOC strategies (traditional versus radical) and the corresponding legacies of two medium-sized cities: Guimarães (ECOC in 2012, Portugal) and Košice (ECOC in 2013, Slovakia). Cultural heritage is identified by the capacity of culture to change development trajectory and to boost the economy of cities. The strategies and legacies of Guimarães and Košice have revealed themselves to be comparatively different, especially due to their differences with respect to UNESCO cultural heritage. While Guimarães partially succeeded in enhancing its position as a tourist attraction and the visibility of its historical cultural heritage, the industrial city of Košice is an example of more radical and dynamic culture-led form of development, overcoming the provincialism of the city. Most importantly, and due to the strengthening pride of the locals, both ECOC cities have stepped out of the shadow of stronger cultural capitals in their countries. This joint research offers the possibility of a first-hand comparison of traditional and radical approaches and an in-depth interpretation of their legacies after a period of five years, explaining the mechanisms of forming different legacies in two types of ECOC cities. The results can help future ECOC cities to set their strategies in relation to their desired cultural and economic development. View Full-Text
Keywords: European Capitals of Culture; mega-events impact; cultural legacy; second-tier cities; urban transformation
(Resumo de artigo entretanto publicado ´online` em Sustainability, Vol. 11, N. 5, 2019, https://doi.org/10.3390/su11051469)
quinta-feira, janeiro 24, 2019
sexta-feira, dezembro 21, 2018
sexta-feira, dezembro 14, 2018
Special Issue of ´Sustainability` on "Cultural Heritage and Regional Development Policies": invitation to submit a paper
sexta-feira, novembro 23, 2018
domingo, novembro 18, 2018
Leiria: potencialidades, fraquezas, captação de investimento externo e liderança
Do que conhece da região de Leiria, quais
as suas potencialidades?
Confesso que conheço muito menos do que gostaria. Já levo cerca de 30 anos de
afastamento da realidade económica, social e política. O que vou seguindo é
pelos jornais e por visitas muito esporádicas à família. Há potencialidades
iniludíveis associadas à história e à dinâmica mais recente da indústria, ao
seu património natural e construído, ao posicionamento geográfico, devido à
proximidade a Lisboa e, consequentemente, a importantes infra-estruturas
portuárias e aeroportuárias, e à iniciativa empresarial.
Que fraquezas deveriam ser trabalhadas?
Uma coisa são recursos, outra são capacidades operativas, concretização de
projectos. Do que vou vendo e percebendo, parece haver uma enorme falta de clareza
de projecto ou de estratégia, se é que chega a haver projecto de
desenvolvimento para este território. Os agentes sugerem-se dispersos e
amarradas a estratégias do foro individual. Há, adicionalmente, falta de escala
nas intervenções que vão sendo conduzidas e falta de liderança. A relativa
fluidez das “fronteiras” do território também não facilita nem a aquisição de
massa critica nem a definição das necessárias lideranças sociais e políticas.
Parece-me essencial que se pegue na própria malha urbana que é suporte do
território e se procure perceber-lhe o potencial estruturador e coerência
funcional.
Por que é que pensa que falta
liderança em Leiria?
Tenho má opinião sobre a gestão política desse território. Os políticos estão,
de forma genérica, muito virados para o seu umbigo. Existe muito pouco o
sentimento de território. Aliás, a utilização do termo 'região de Leiria'
causa-me algum embaraço. Se estamos a falar de Leiria enquanto concelho, não é
região nenhuma. Enquanto distrito, é falar de uma unidade
político-administrativa que é relativamente artificial do ponto de vista da
identificação das comunidades. Não existe nenhum conceito histórico ou cultural
de região associado a Leiria. A imagem que tenho é a de posturas desgarradas,
ausência de identidade forte e, claramente, de liderança. Quando falo de
liderança, não é focalizada numa pessoa. É antes de uma elite, da convergência
de um grupo de pessoas, que têm pontos comuns de visão sobre o desenvolvimento
do território e lutam no mesmo sentido. Dos contactos que tenho com Leiria, não
me apercebi que tivesse havido um esforço sério para chegar a esse projecto, a
essa liderança. Mas é uma percepção obtida por quem está fora, pode não ser
assim.
Tem-se assistido ao abandono do País por
parte de várias multinacionais. De que forma se pode contrariar esta tendência?
Este abandono prende-se com as estratégias competitivas das empresas que operam
em mercados globais e com as oportunidades em matéria de custos, de acesso a
recursos naturais, mercados, redes logísticas e a capital humano que se vão
revelando nos diferentes contextos económicos. As razões que podem trazer novos
investimentos externos a Portugal são necessariamente diferentes daquelas que
os trouxeram no passado. O que se pode fazer? Pode-se investir mais em
qualificação dos recursos humanos. Pode-se apostar muito mais no
desenvolvimento do sistema científico e tecnológico, requalificar o território
e dotar o País de infra-estruturas diversas, incluindo as logísticas e as
associadas à potenciação do País em matéria de turismo e lazer. Pode-se
aproveitar bem melhor as relações históricas e culturais que Portugal mantém
com muitas partes do mundo e potenciar a partir daí parcerias empresariais que
possamos aproveitar para chegar a novos mercados e criarmos empregos em
Portugal. Pode-se dar eficiência à máquina burocrática que regula o
funcionamento das empresas e da Economia, ser-se bastante mais célere e
esclarecido nos processos de negociação com os operadores internacionais
interessados e fomentar uma relação mais próxima entre o sistema científico e
tecnológico e as empresas.
(Excerto de entrevista dada à jornalista Lurdes Trindade, do Jornal de Leiria, em 2007)
segunda-feira, outubro 01, 2018
quarta-feira, fevereiro 28, 2018
Social entrepreneur and gender: what’s personality got to do with it?
“Social entrepreneur and gender: what`s personality
got to do with it?”, InternationalJournal of Gender and Entrepreneurship, Vol.10, Nº 1, 2018, págs. 61-82.
Etiquetas:
Iniciativa Empresarial,
Publicações
quinta-feira, fevereiro 08, 2018
“Social entrepreneur and gender: what`s personality got to do with it?”
Abstract
Social entrepreneurship is known as a
promising path for creating social value in a sustainable and enduring way.
Social entrepreneurs are at the core of the entrepreneurial process and are
critical drivers for maintaining social entrepreneurial activity. Research on
economic entrepreneurship identifies a gender gap favourable to men. In the
social entrepreneurship arena, the existing evidence is slightly fuzzy, since
this gender gap seems not to be so preeminent. The present study uses the Big
Five Model to identify personality trait differences between women and men
social entrepreneurs and to assess whether this differences influence the social
entrepreneurial activity in a different way. A review of literature on gender
differences and personality traits on social entrepreneurship details the main
theoretical developments and builds the hypotheses. An email survey was applied
to the heads of Portuguese social ventures to test the hypotheses previously
formulated. The data gathered suggest that, both, female and male social
entrepreneurs have a personality characterized by a high level of openness to
experience, agreeableness, conscientiousness, extraversion and emotional
stability. Based on the analysis of variance (ANOVA) between the two groups and
a logistic regression, our investigation has revealed that women and men who
launch a new social venture only differ in one personality dimension - agreeableness
- wherein women are highest scored. No significantly differences were found in
the other personality traits.
Keywords: Social entrepreneurship; Gender, Big Five Personality
traits; Portugal.
ÒSusana
Bernardino
Polytechnic
Institute
of
Oporto/ISCAP/CECEJ,
Porto, Portugal
ÒJ.
Freitas Santos
Polytechnic
Institute of Oporto/ISCAP/CECEJ, Porto
ÒJ.
Cadima Ribeiro
(Reprodução de resumo de artigo publicado online em 7 de fevereiro de 2018 em International
Journal of Gender and Entrepreneurship, https://doi.org/10.1108/IJGE-07-2017-0040)
Etiquetas:
Comportamento dos Agentes,
Iniciativa Empresarial,
Notícia
quinta-feira, fevereiro 01, 2018
“Initiatives of Creative Tourism in Urban and Rural Territories”: call for papers
A Stream on “Initiatives of Creative Tourism in Urban and Rural Territories”
as part of the 14th Annual International Conference on Tourism 11-14 June 2018, Athens, Greece Sponsored by the Athens Journal of Tourism
- https://www.atiner.gr/touter
quinta-feira, janeiro 25, 2018
domingo, dezembro 17, 2017
domingo, novembro 12, 2017
“Inserção Profissional dos Jovens de Braga”: sessão de apresentação do livro
«O
livro “Inserção Profissional dos Jovens de Braga”, dos autores Eduardo
Duque (CECS), Cícero Pereira (Universidade Federal da Paraíba) e José
Durán Vázquez (Universidade de Vigo), vai ser apresentado no dia 13 de
novembro (segunda-feira), às 18h00, no edifício GNRation (Praça Conde de Agrolongo, n° 123, Braga). A publicação, que será
apresentada pelo presidente da Câmara de Braga, Ricardo Rio e por Paula
Remoaldo (Professora Associada com Agregação da Universidade do Minho),
integra um conjunto de indicadores que permitem analisar o impacto da
escolarização nos padrões de empregabilidade, bem como uma reflexão
sobre a transformação da sociedade do trabalho, as transformações
ocorridas no mundo da educação e o impacto da sociedade de consumo
gerador do novo ethos juvenil.
(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio eletrónico)
Etiquetas:
Informação,
Políticas Sociais,
Publicações
domingo, outubro 29, 2017
segunda-feira, abril 24, 2017
"Porto e o resto do Norte de Portugal?"
Minho e Porto e Douro
(título de mensagem, datada de segunda-feira, 24 de abril de 2017, disponível em Planeamento Territorial)
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