Espaço de debate de temas de Economia Portuguesa e de outros que com esta se relacionam, numa perspectiva de desenvolvimento

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sexta-feira, agosto 02, 2013

EuroMed Journal of Business: Vol. 7, Nº 3, 2012

The Portuguese online wine buying consumer: Characteristics, motivations and behaviour”, 
EuroMed Journal of Business, Vol. 7, Nº 3, 2012, págs. 294-311
José Freitas Santos e José Cadima Ribeiro

quinta-feira, julho 25, 2013

Humor (negro) - LXXXVI


[reprodução de imagem que me caiu entretanto na página pessoal do Facebook]

quarta-feira, maio 08, 2013

"Processos de compra ´online`": pedido de colaboração

«Sou aluna do Mestrado em Psicologia Social e das Organizações no ISCTE, em Lisboa, e estou neste momento a recolher dados para a minha dissertação sobre processos de compra online

Gostaria de solicitar a sua participação e colaboração através da divulgação deste link junto dos seus contactos de alunos ou outros.  
Caso tenha alguma questão ou sugestão, contacte-me por favor através deste endereço electrónico.

Agradeço antecipadamente a sua ajuda!
Cumprimentos, 
Sandra Godinho»

(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)

sábado, setembro 22, 2012

sábado, setembro 01, 2012

terça-feira, agosto 07, 2012

segunda-feira, abril 30, 2012

"Membro do MSE constituído arguído"

«COMUNICADO DE IMPRENSA

Um membro do Movimento Sem Emprego foi constituído arguido sendo-lhe imputado o crime de desobediência por alegadamente ter "convocado uma manifestação sem autorização". Resta dizer que a dita manifestação se compunha de 4 pessoas e consistiu numa acção de divulgação do movimento frente ao Centro de Emprego do Conde de Redondo.

Unidos pelo Direito ao Trabalho e à Dignidade!

Site: http://www.movimentosememprego.info
Página no Facebook: http://www.facebook.com/groups/movimentosememprego/
Twitter: https://twitter.com/MovSemEmprego»

(reprodução de mensagem que me caiu na caixa de correio electrónico em 2012/04/28, proveniente da entidade identificada)

sexta-feira, março 16, 2012

O turismo não poderia (não poderá) sair incólume

No actual contexto de redução de rendimentos enfrentada por grande parte das famílias portuguesas, em razão do peso que toma o turismo interno, o sector não poderia (não poderá) sair incólume, isto é, tenderá, ele também, a contribuir para o avolumar do quadro recessivo que a economia vive. 
Note-se, por outro lado, a presumível insustentabilidade do crescimento da procura com base nos mercados emissores que registaram os melhores desempenhos relativos no ano 2010. Provavelmente, os dados respeitantes ao ano de 2011 já deixarão isso patente mas, mesmo não estando publicados, bastará olhar com atenção para essa lista de países para resultar óbvia essa expectativa. Itália, Espanha, Holanda e, até, França estão longe, muito longe, de enfrentar boas conjunturas económicas, sendo difícil antecipar quando retomarão um ciclo consolidado de crescimento.

J. Cadima Ribeiro

quinta-feira, dezembro 29, 2011

sexta-feira, novembro 18, 2011

quinta-feira, abril 07, 2011

Economia familiar: guião do debate

A convite da Escola Profissional de Braga (EPB), participei no dia 1 de Abril pp. em Debate sobre “A Economia das Famílias”, que se realizou na referida escola, em Braga. Porque muitas vezes as perguntas transportam tanta carga dramática quanto as respostas que lhes possam ser dadas, reproduzo de seguida o guião (da autoria de Diana Oliveira, aluna da EPB) que foi usado na estruturação do debate:

«Debate ´Economia Familiar`
A primeira questão que gostaria de lançar, para um esclarecimento geral, é:
• O que é afinal a economia?
o Na perspectiva dos 3 convidados.
• Até que ponto é importante a economia na gestão familiar?
• Será que as famílias estão realmente cientes desta crise?
• Em que aspectos da vida social se reflecte de forma mais visível a crise que as famílias portuguesas estão a viver?
• E os jovens? Parecem ainda não ter noção de uma crise verdadeira, será que é necessário chegar ao tempo de “pão e água” para perceber que é necessário poupar?
• O papel dos jovens nas famílias pode de alguma forma ajudar na gestão familiar? De que modo?
• Muitas vezes as famílias não conseguem gerir ou dar uma maior importância às obrigações mensais, (como renda, gás, electricidade, etc.), o que será que devemos fazer para gerir melhor as contas?
• Consideram que se as famílias criarem um documento para gerir o orçamento familiar, resultará? Ajudará a controlar melhor as contas?
• Temos estado a falar sobre o orçamento familiar, mas não sei se todos os presentes sabem a que se refere, assim será que podem esclarecer o público dizendo, afinal o que é um orçamento familiar?
• Em que medida um orçamento permite ter uma visão mais consciente das receitas e das despesas das famílias?
• Até que ponto as famílias portuguesas podem contar com o apoio do estado Português, para ultrapassar as dificuldades económicas?
• Será que as famílias portuguesas se vão aproximar mais do modelo de famílias europeias? No que diz respeito:
o Estilos de vida;
o Maior controlo na gestão financeira;
o Prioridades financeiras;
• Para finalizar, tendo em conta a vossa experiência, e reflectindo um pouco no estado actual da economia, e abordando uma situação que interessa a todos os presentes: Qual é o futuro das gerações mais jovens quando constituírem família, em termos de segurança social, benefícios fiscais e reformas?»

J. Cadima Ribeiro

sexta-feira, fevereiro 25, 2011

Endividamento das famílias: breve nota retrospectiva

O resultado a que se chegou no que ao endividamento das famílias respeita, não surgiu de um dia para o outro e tem razões várias. No que à evolução do fenómeno se refere, é relevante assinalar que o endividamento das famílias teve um forte incremento a partir dos anos 90. Em concreto, este passou de cerca de 19,6% do rendimento disponível das famílias, em 1990, para 92%, no ano 2000, situando em 2008 já em 129%, número que configura indisfarçável sobre-endividamento, posto que, em termos médios, significava incapacidade de cobertura da dívida a partir dos rendimentos correntes auferidos. Em situação limite, o aumento do crédito às famílias chegou a ser de 15% de um ano para o outro (de 1998 para 1999).

J. Cadima Ribeiro