Espaço de debate de temas de Economia Portuguesa e de outros que com esta se relacionam, numa perspectiva de desenvolvimento
segunda-feira, setembro 13, 2010
"Desafios Emergentes para o Desenvolvimento Regional"
(título de mensagem, datada de Segunda-feira, 13 de Setembro de 2010, disponível em Planeamento Territorial)
sexta-feira, setembro 10, 2010
"Abertura do espaço europeu a 13 categorias de produtos têxteis de origem paquistanesa"
ATP apela a Durão Barroso:
http://www.portugaltextil.com/tabid/63/xmmid/407/xmid/38345/xmview/2/NoticiaID/38345/Default.aspx
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quarta-feira, setembro 08, 2010
Evolução do PIB: 2º trimestre de 2010
PIB: INE revê em alta crescimento para 0,3%:
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/pib-ine-crescimento-economia-agencia-financeira/1190083-1730.html
terça-feira, setembro 07, 2010
"A fibra da ITV"
A fibra da ITV:
http://www.portugaltextil.com/tabid/63/xmmid/407/xmid/38309/xmview/2/NoticiaID/38309/Default.aspx
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domingo, setembro 05, 2010
"Porque algumas regiões se desenvolvem e outras não?”
J. Cadima Ribeiro
sexta-feira, setembro 03, 2010
Conjuntura económica: dados do comércio a retalho e produção industrial
30 de Agosto de 2010
Crescimento homólogo da Produção Industrial abranda - Julho de 2010
30 de Agosto de 2010
(títulos de Destaques disponíveis nesta data na página de abertura do portal do INE)
quarta-feira, setembro 01, 2010
"Com rigor, planificação e capacidade de trabalho se consegue a ´competitividade` necessária"
(título de mensagem, datada de Quarta-feira, 25 de Agosto de 2010, disponível em Suplementos de Economia)
segunda-feira, agosto 30, 2010
"Há já 200 mil trabalhadores desempregados de longa duração"
Louçã quer prolongar o subsídio de desemprego:
http://economico.sapo.pt/noticias/louca-quer-prolongar-o-subsidio-de-desemprego_97889.html
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sábado, agosto 28, 2010
Exemplos de turismo criativo
(título de mensagem, datada de hoje, disponível em Planeamento Territorial)
quinta-feira, agosto 26, 2010
Sucesso do Sporting de Braga e marketing territorial
A lição do Sporting de Braga:
http://aeiou.expresso.pt/a-licao-do-sporting-de-braga=f600601
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quarta-feira, agosto 25, 2010
A person's determination
terça-feira, agosto 24, 2010
"Esse Portugal ´de lá`”
segunda-feira, agosto 23, 2010
A conjuntura económica americana (EUA)
(título de mensagem, datada de Terça-feira, 17 de Agosto de 2010, disponível em Economia Política)
sábado, agosto 21, 2010
"Clientela sedenta e nervosa"
(título de mensagem, datada de Quarta-feira, 18 de Agosto de 2010, disponível em espojinho)
sexta-feira, agosto 20, 2010
"1st Lisbon Research Workshop on Economics and Econometrics of Education"
O meu nome é Margarida Rodrigues e, juntamente com Luís Cabral, Nuno Crato, Sara Moreira e Miguel St. Aubyn, faço parte da comissão organizadora do "1st Lisbon Research Workshop on Economics and Econometrics of Education" que vai decorrer nos dias 7 e 8 de Janeiro de 2011 no ISEG, Lisboa.
Venho por este meio apresentar-lhe a conferência e enviar-lhe o call for papers, que pode encontrar em anexo.
Além disso, gostaria de lhe pedir que o divulgasse na sua instituição e a pessoas que possam estar interessadas em submeter um paper ou assistir à conferência.
Obrigada.
Cumprimentos,
Margarida Rodrigues»
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«IMPORTANT INFORMATION:
Papers should be sent to mstaubyn@iseg.utl.pt before October 15, 2010. Updated information is available at the workshop webpage: http://cemapre.iseg.utl.pt/events/1e3/. The workshop will be held at ISEG, the Institute for Economics and Management, Lisbon Technical University.»
(reprodução integral do corpo principal de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico e reprodução parcial do respectivo anexo; a origem da mensagem é a que se identifica acima)
quinta-feira, agosto 19, 2010
Drs. e Engºs.
Eles chegaram ao topo e não são doutores nem engenheiros:
http://www.publico.pt/Sociedade/eles-chegaram-ao-topo-e-nao-sao-doutores-nem-engenheiros_1451639
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
quarta-feira, agosto 18, 2010
Successful outcome
William James
domingo, agosto 15, 2010
"Subsídio social chega a 109.469 beneficiários"
sexta-feira, agosto 13, 2010
"Preferem continuar a insistir na diminuição dos salários"
(título de mensagem, datada de Sexta-feira, 13 de Agosto de 2010, disponível em espojinho)
quinta-feira, agosto 12, 2010
"Marinha Grande e Caldas com maior poder de compra do que Leiria"
Marinha Grande e Caldas com maior poder de compra do que Leiria:
http://www.jornaldeleiria.pt/portal/index.php?id=5087
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terça-feira, agosto 10, 2010
"Inovações que nutrem o Planeta"
Abaixo seguem detalhes sobre como organizações, tais como Practical Action (Acção Prática), International Development Enterprises (Organizações de Desenvolvimento Internacional) e Catholic Relief Services (Serviços de Ajuda Católicos), desenvolveram projectos que dão às mulheres o acesso a ferramentas e tecnologias, como panelas que não necessitam de fogo, unidade de biogás e bombas de pressão, que reduzem o trabalho requerido para tarefas diárias que ocupam muito tempo, mas que são necessárias, e assim melhoram a qualidade de vida de toda a comunidade.
Por favor contactem-me para mais informações. Eu estou sempre disponível para vos pôr em contacto com o pessoal que está no terreno ao qual estamos a dar destaque. Para além de poderem usar tudo o que escrevemos gratuitamente nas vossas publicações, vocês também podem utilizar as nossas fotos, bem como os vídeos das minhas viagens.
E lembrem-se de verificar diariamente as actualizações no nosso Blog Nourishing the Planet (Cuidando do Planeta) http://www.nourishingtheplanet.org/, sobre a minha viagem pela África Subsariana, para avaliação de métodos ambientalmente sustentáveis na redução da fome e da pobreza. Eu gostaria também de vos encorajar a subscrever o Boletim de Informação semanal de Nourishing the Planet, aqui. Continuaremos a enviar uma nova inovação todas as 2as feiras.
Por favor informem-me se tiverem alguma questão ou necessitarem de mais informações. Mais uma vez obrigada por nos lerem!
Danielle Nierenberg
Directora do co-Projecto “Cuidando do Planeta”
http://www.nourishingtheplanet.org/»
(reprodução parcial de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, com a origem que se identifica)
segunda-feira, agosto 09, 2010
"Cerca de 40% das 643 mil pessoas inscritas nos Centros de Emprego não receberam qualquer prestação de desemprego"
Desemprego: 240 mil sem subsídio:
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/desemprego-subsidio-emprego-trabalho-desempregados-agencia-financeira/1183324-1730.html
sábado, agosto 07, 2010
Notícias do Mercosul
(título de mensagem, datada de sexta-feira, 6 de Agosto de 2010, disponível em FCCI-Repr. em Portugal)
sexta-feira, agosto 06, 2010
"Barómetro Empresarial 2010"
O objectivo deste estudo é apresentar os resultados dos fenómenos de Constituições, Dissoluções Naturais e Insolvências relativos ao 1º Semestre e ao 2º Trimestre de 2010.
Comparando a evolução dos principais indicadores entre o 1º Semestre de 2010 face ao 1º Semestre de 2009, observamos:
* 16.892 Constituições de Empresas (+3.1%)
* 5.652 Dissoluções Naturais de Empresas (-6.1%)
* 1.989 Processos de Insolvências (+10,1%)
Espero que esta informação lhe seja útil e aproveito para relembrar que a área de Estudos e Estatísticas da Informa D&B disponibiliza um conjunto alargado de estudos e análises que contribuem para um conhecimento aprofundado das características e tendências do Tecido Empresarial Nacional.
Consulte toda a informação sobre o Barómetro Empresarial Informa D&B em http://www.informadb.pt/
Com os meus melhores cumprimentos,
Augusto Castelo Branco
Director Comercial e de Marketing»
quinta-feira, agosto 05, 2010
Diz-se que Portugal é demasiado pequeno para ser organizado em regiões...
(título de mensagem, datada de hoje, publicada em Planeamento Territorial)
terça-feira, agosto 03, 2010
Actas do 16.º Congresso da APDR
(título de mensagem, datada de hoje, 3 de Agosto de 2010, disponível em Planeamento Territorial)
sexta-feira, julho 30, 2010
Indicador de clima económico: Julho de 2010
29 de Julho de 2010
(reprodução de título de Destaque(s) do INE, disponível na página de entrada do respectivo portal nesta data)
quarta-feira, julho 28, 2010
Para descontrair, num dia que promete estar miseravelmente quente, à semelhança dos precedentes
Empresário: Bom dia Sr. Eng., há quanto tempo ??!!!
Ministro: Olha, olha, está tudo bem?!
Empresário: Eh pá, mais ou menos, tenho o meu filho desempregado tu é que eras homem para me desenrascar o miúdo.
Ministro: E que habilitações ele tem?!
Empresário: Tem o 12.º completo.
Ministro: O que ele sabe fazer?!
Empresário: Nada, sabe ir para a Discoteca e deitar-se às tantas da manhã!
Ministro: Posso arranjar-lhe um lugar como Assessor, fica a ganhar cerca de 4000, agrada-te?!
Empresário: Isso é muito dinheiro, com a cabeça que ele tem era uma desgraça não arranjas algo com um ordenado mais baixo?!
Ministro: Sim, um lugar de Secretário já se ganha 3000 !...
Empresário: Ainda é muito dinheiro, não tens nada por volta dos 600/700 ???
Ministro: Eh pá, isso não, para esse ordenado tem de ser Licenciado, falar Inglês, dominar Informática e tem de ir a concurso!!!...»
(cortesia de MCCO)
segunda-feira, julho 26, 2010
"Metade da população a viver com a corda no pescoço"
(título de mensagem, datada de 28 de Junho de 2010, disponível em Da minha profunda ignorância)
sábado, julho 24, 2010
"O que se tem passado nesta crise tem colocado a nu o pouco que sabemos de economia"
(título de mensagem, datada de sexta-feira, 23 de Julho de 2010, disponível em Visto da Economia)
quinta-feira, julho 22, 2010
World Investment Report 2010
(cortesia de Mariana C. Barra, via Twitter - http://twitter.com/marianacbarra)
quarta-feira, julho 21, 2010
Contracção orçamental e políticas alternativas
Apesar da gravidade da crise económica e financeira iniciada em 2007 e das dificuldades para encontrar uma resposta que mitigasse os seus efeitos, durante os anos de 2008 e 2009 foram implementadas uma série de políticas económicas que podem ser consideradas genericamente correctas. Para combater a crise financeira, os bancos centrais reduziram drasticamente as taxas de juro e apoiaram os mercados de crédito com intervenções em grande escala. Para apoiar a economia real, os governos incrementaram rapidamente a despesa pública para manter os níveis de procura, à custa de gerar grandes défices orçamentais e elevar consideravelmente os níveis de dívida pública. As políticas seguidas impediram que as economias se afundassem e evitaram que permanecessem numa situação recessiva durante longos anos.
A recuperação de algumas economias, iniciada no final do verão do ano passado, fez com que muitos governos se apressassem a retirar os estímulos fiscais que tinham permitido sustentar os níveis de procura e moderar o crescimento do desemprego, colocando em sérios riscos a recuperação no médio prazo. A crise da dívida, iniciada no primeiro trimestre deste ano e aprofundada no segundo, colocou um ponto final na heterodoxia em matéria de política fiscal. Os países mais desequilibrados foram obrigados pelos mercados e pelo Ecofin a adoptar planos de austeridade, destinados a reduzir o défice orçamental, num horizonte temporal reduzido, através do corte de diversas componentes da despesa e do aumento de impostos.
O objectivo último destas políticas fiscais restritivas e das reformas dos mercados que as acompanharam foi, aparentemente, restabelecer a confiança nos mercados de dívida e garantir o financiamento das economias com problemas. Ou seja, o pressuposto fundamental que justificou a imposição destes planos é que as contracções fiscais podem expandir a economia, sempre e quando permitam recuperar a confiança. Como quase tudo em economia, este pressuposto pode ser válido em determinadas conjunturas mas não pode ser considerado universalmente correcto. Na história económica recente, as contracções fiscais tiveram efeitos expansivos quando combinadas com políticas monetárias expansivas e quando a actividade do sector privado (financiada por níveis positivos de poupança) foi suficiente para substituir o sector público na dinamização da procura interna. Adicionalmente, evidencia-se que o sucesso destas contracções para expandir o produto obriga a que a sua implementação não seja anterior à recuperação do crescimento.
A contracção fiscal imposta pelos planos de austeridade é, na minha opinião, excessiva e terá consequências negativas em termos de crescimento, nomeadamente nos países periféricos. Por um lado, porque a política monetária do BCE, apesar da sua expansividade, não está a conseguir dinamizar os mercados de crédito e porque o sector privado, destes países, está extremamente endividado. Por outro, porque o timing para a sua implementação é incorrecto, dado que a recuperação do crescimento ainda está longe de ser conseguida na maior parte destas economias. Convém também ter presente que a generalização dos ajustamentos fiscais à totalidade dos países da zona euro, mesmo nos casos em que não são necessários (p.e. na Alemanha), minará o crescimento do conjunto, atrasando a recuperação das economias periféricas mais desequilibradas.
Para além de uma moderada contracção orçamental em algumas economias europeias, existem certos aspectos, alguns conjunturais e outros estruturais, que deveriam fazer parte, em diferentes horizontes temporais, da solução para a actual situação de estagnação da economia. Por um lado, alguns países, nomeadamente a Alemanha, deveriam mudar a sua atitude e assumir a liderança na saída da crise, para a qual precisam de grandes doses de determinação e de solidariedade bem entendida. Nos últimos meses o governo alemão tem sido excessivamente cauteloso, tem-se pautado por critérios de austeridade e ainda não compreendeu que o papel do seu país é fundamental para que a economia europeia inicie uma recuperação sólida num prazo razoável. Os políticos alemães continuam a insistir no reforço da disciplina fiscal e a adiar as reformas estruturais que permitiriam incrementar a sua procura interna e impulsionar o crescimento económico. Esta forma de governar está justificada pela grande obsessão pelas questões de política interna da chanceler Ângela Merkel, que este ano tem governado, em grande medida, em função das sondagens. O governo alemão tem que interiorizar que a disciplina fiscal não é a única receita possível e que a culpabilização velada dos países periféricos não contribui para gerar confiança nos mercados e consolidar soluções sistémicas que acelerarem a saída da crise. No curto prazo, a mudança de atitude do governo alemão (e doutros, como o francês) é a única forma de acalmar os mercados e diminuir os prémios de risco da dívida dos países com desequilíbrios.
Por outro lado, no médio prazo, o modelo europeu de política económica deveria ser complementado com um mecanismo comum de gestão da dívida. A proposta que está a ser analisada neste momento preconiza que os países da zona euro emitam dívida, até um máximo de 60% do seu PIB, de maneira conjunta, e quantidades superiores a esse montante de forma individual. Este modelo introduziria fortes incentivos para que os países mantenham níveis de dívida inferiores a 60% do seu PIB (a dívida nacional seria mais cara), evitaria a discriminação dos pequenos países, que têm mercados de dívida muito pouco líquidos, e reforçaria o papel do euro como moeda de reserva. A emissão de dívida conjunta reduziria o prémio de liquidez e o custo da dívida para a totalidade dos países.
Por último, num horizonte temporal de médio prazo, seria também recomendável estabelecer compromissos em matéria de equilíbrio fiscal. Os acontecimentos dos últimos meses demonstraram que um modelo baseado na coordenação fiscal é pouco efectivo, dado que perante um shock assimétrico os países com défices reduzidos não mostram interesse em colaborar, expandindo a sua procura interna. As propostas sobre a introdução de limites no défice nas constituições dos estados parecem excessivas. Contudo, seria desejável encontrar um mecanismo alternativo que obrigue os governos a manter o equilíbrio fiscal ao longo do ciclo. Dessa forma, o quadro de política fiscal da zona euro ganharia credibilidade.
Os planos de ajustamento fiscal irão atrasar a recuperação do crescimento económico em muitos países europeus e no conjunto da zona euro. O restabelecimento do crescimento nos países periféricos depende do crescimento da procura (interna e externa) nos países centrais, nomeadamente na Alemanha. A recuperação da confiança advirá principalmente da capacidade de liderança na implementação de reformas estruturais e da aptidão para alcançar acordos e consensos em matéria de política económica, no seio da UE. Dessa forma, as políticas nacionais ganhariam efectividade, limitando o consumo inútil de recursos, o desgaste dos governos e os sacrifícios dos trabalhadores.
(artigo de opinião publicado na edição de ontem do Suplemento de Economia do Diário do Minho, no âmbito de coluna regular intitulada "Desde a Gallaecia")
terça-feira, julho 20, 2010
"Um preço justo para o nosso petróleo não deve ser inferior a 80 dólares"
(título de mensagem, datada de hoje, disponível em FCCI-Repr. em Portugal)
domingo, julho 18, 2010
"Appeal to the European Comission (Economia Social)"
sexta-feira, julho 16, 2010
"Agentes catalisadores da transformação social"
(título de mensagem, datada de sexta-feira, 16 de Julho de 2010, disponível em Suplementos de Economia)
quarta-feira, julho 14, 2010
Success…
(citação extraída de SBANC Newsletter, July 13, Issue 625 - 2010, http://www.sbaer.uca.edu/)
segunda-feira, julho 12, 2010
"Divulgação do PLUG 2010 - prémio promovido pela APRITEL"
Nesse sentido, a Associação lançou em 2008 o PLUG, um concurso que visa premiar as melhores ideias que possam contribuir para o desenvolvimento deste sector tão importante na economia.
Dado o sucesso alcançado na primeira edição, a APRITEL realiza este ano o PLUG 2010, a 2ª. Edição do concurso.
[...]
Mais informação está disponível em http://www.plug-apritel.org/.
DESTINATÁRIOS
Gostaríamos de divulgar esta iniciativa de forma significativa no universo da Faculdade de Economia e Gestão (alunos, ex-alunos, professores, funcionários,…)
Podem concorrer ao prémio todas aquelas pessoas (ou equipas) que não estejam directamente relacionadas com a organização do mesmo. No entanto, parece-nos que o concurso tem mais vocação para matéria das áreas económicas, jurídicas ou tecnológicas pelo que, faz sentido a divulgação junto dos alunos e ex-alunos dessas especialidades.
PRÉMIOS
15.000 Euros em prémios.
Divulgação dos trabalhos vencedores, bem como dos seus autores, em meios de comunicação de relevo.
CALENDÁRIO
As candidaturas deverão ser apresentadas até dia 15 de Outubro de 2010.
[...]
Em breve entraremos em contacto para combinar a operativa e programar uma data para envio do material de divulgação.
Com os melhores cumprimentos,
Cristiana Gastão»
Inflacção e comércio externo: os últimos dados
12 de Julho de 2010
Comércio Internacional-Saídas aumentam 18,4% e Entradas 13,1% - Maio de 2010
09 de Julho de 2010
(títulos de Destaques do INE com as datas assinaladas, disponíveis na página de entrada do respectivo Portal - INE)
sábado, julho 10, 2010
"A competição passou a fazer-se região a região, cidade a cidade"
(título de mensagem, datada de hoje, disponível em Planeamento Territorial)
quarta-feira, julho 07, 2010
Those who believe
Eleanor Roosevelt
(citação extraída de SBANC Newsletter, July 6, Issue 624 - 2010, http://www.sbaer.uca.edu/)
segunda-feira, julho 05, 2010
VIII Encontro de Economistas de Língua Portuguesa
Em estreita ligação com a AELP - Associação de Economistas de Língua Portuguesa, a Ordem dos Economistas vai organizar nos próximos dias 11, 12 e 13 de Novembro o VIII Encontro de Economistas de Língua Portuguesa cujo programa provisório poderá ser consultado através da ligação:
http://www.ordemeconomistas.pt/xeo/attachfileu.jsp?look_parentBoui=6737145&att_display=n&att_download=y
O tema do Encontro é "Parceria e desenvolvimento em espaços geograficamente descontinuados: o caso dos Países de Língua Portuguesa" que será desenvolvido em três subtemas, que serão objecto de outros tantos painéis:
1.º Subtema: Evolução recente e perspectivas das relações económicas entre os Países de Língua Oficial Portuguesa;
2.º Subtema: Os factores de ordem histórica e cultural que podem e devem levar à cooperação no âmbito da CPLP;
3.º Subtema: Globalização e identidade nacional: o papel da cooperação e da parceria na construção de um espaço económico geograficamente descontinuado.
Para além de o convidar desde já a participar no Encontro vinha igualmente convidá-lo a, através de um texto que não tenha mais de 3000 palavras, apresentar a sua reflexão sobre o tema e os subtemas propostos, a qual deverá chegar à Ordem dos Economistas até ao próximo dia 30 de Setembro.
Uma Comissão Científica composta pelos Colegas Adriano Pimpão, António Almeida Serra e João Ferreira do Amaral procederão à selecção das reflexões/comunicações a apresentar na sessão do Encontro de 12 de Novembro, que terá lugar entre às 14.30 e as 18.30 horas.
Para cada um dos Países da CPLP está previsto igual procedimento. Por razões práticas serão apenas seleccionadas para serem apresentadas três comunicações por País. Todas as demais serão também objecto de publicação.
A fim de que o nosso VIII Encontro possa revestir-se de um êxito significativo e que possa contribuir para o reforço e aprofundamento da cooperação entre os Países que constituem a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, vinha solicitar-lhe o seu empenho nesta iniciativa. Grato, desde já, por toda a cooperação que possa vir a prestar e com os melhores cumprimentos
Bastonário»
sábado, julho 03, 2010
"O ´boom` na América Latina"
quinta-feira, julho 01, 2010
Conversas sobre nós: do potencial turístico dos territórios às deficiências de organização e de estratégia de promoção turística
2. O elemento de amarragem da intervenção foi um levantamento que havia sido feito, via inquérito, sobre as preferências ou escolhas de visitantes reais ou potenciais do Alto-Minho. As preferências que era suposto serem explicitadas reportavam-se aos recursos turísticos ofertados pelo território em causa. Os resultados a que se chegou foram os seguintes: os recursos turísticos mais valorizados pelos inquiridos foram os Recursos Históricos, seguidos dos Recursos Naturais-Água.
3. Os resultados obtidos no âmbito do mencionado estudo revelaram-se interessantes especialmente por tornarem patente a inadequação da estratégia promocional que vinha sendo conduzida, centrada no Património Religioso e no Artesanato, atributos que se revelaram ter menor relevância no contexto da hierarquia de preferências dos inquiridos.
4. Pegando com maior detalhe nos resultados do estudo, podia adicionalmente constatar-se o seguinte: i) no âmbito dos Recursos Históricos, apareciam positivamente ponderados o Património Arqueológico e o Património Civil; ii) no âmbito dos Recursos Etnográficos, o mesmo se verificava relativamente às Festas e à Gastronomia; e iii) no contexto dos Recursos Naturais-Terra, surgiam positivamente apreciados os Parques Nacionais ou de Paisagem Protegida. Ora estes são recursos que caem no âmbito de perfis de procura turística mais recentes, onde a dimensão cultura, singularidade e ambiente natural têm lugar de destaque, e era daqui que surgia o pretexto para questionar a viabilidade de configurar o Alto-Minho como um destino de turismo cultural.
5. A problemática da criatividade a que fazia apelo o título da conferência surgia colocada mais adiante e prendia-se com a ideia que, se se pode assimilar o turismo cultural a visitas a monumentos e locais históricos, é também possível uma aproximação que considere uma fruição cultural mais activa. Esta problematização foi sendo feita por vários autores a partir do virar do século XX, confrontados que foram com o crescimento daquilo a chamaram “turismo criativo”. Defendem os ditos autores que os consumidores do turismo criativo procuram experiências interactivas para ajudar no seu desenvolvimento pessoal e aumentar o seu capital criativo. O turismo criativo envolve não apenas ver, não apenas “estar lá”, mas uma interacção reflexiva por parte dos turistas. Ora, era neste contexto que a questão sobre se o Alto-Minho seria capaz de posicionar-se nesse mercado poderia ser colocada. Era também daqui que surgia a oportunidade de dar um formato interrogativo ao tema da dita conferência.
6. A verdade é que, para lá chegar, o território em causa precisará, antes, de posicionar-se como destino de turismo cultural, dado que não o é, pese o seu potencial em recursos culturais. A verdade é que, digo, para lá chegar, o Minho-Lima precisará antes de consolidar-se como destino turístico enquanto tal, quer dizer, terá que conseguir que os agentes da actividade turística desenvolvam acções no sentido de uma utilização eficiente dos recursos endógenos, bem como definam e, consequentemente, promovam uma imagem da sub-região como destino turístico comum. E, adicionalmente, carecerá de: i) superar a ausência de uma cuidada organização e administração dos recursos turísticos; ii) ultrapassar a escassa oferta de alojamento e de restauração de qualidade; iii) resolver fragilidades ao nível das acessibilidades; iv) desenvolver um plano de oferta de eventos e actividades de animação mais regular e mais consistente; v) apostar na qualificação dos recursos humanos ao serviço do sector; vi) desenvolver uma cultura empresarial mais propensa à cooperação; vii) superar as lacunas graves existentes na promoção turística do território; e viii) enfrentar as indefinições em matéria de estratégia e organização do sector e contribuir para a construção de uma nova organização institucional (e territorial) do turismo regional e nacional.
7. Foi este o diagnóstico que propus aos participantes no fórum, procurando sublinhar a distância a que o dito território se situa daquilo que pode ser equacionado em matéria de um projecto turístico que faça apelo às dimensões culturais, perspectivadas de uma forma mais activa ou mais passiva. Trago aqui essa problemática e invoco aqui o evento porque, em se tratando da realidade do desenvolvimento turístico, o Alto-Minho e a Alta-Estremadura (e Leiria, em particular) não estão colocados perante realidades e constrangimentos muito diversos. Invoco a vivência que experimentei porque acho que o pontapé de saída para a mudança aqui (aí) também têm que ser “as conversas sobre nós”, que porventura não serão novas porque serão início de conversa.
quarta-feira, junho 30, 2010
Our business in life
Stewart B. Johnson
segunda-feira, junho 28, 2010
Como vivem as famílias portuguesas?
Estudo revela famílias portuguesas em stand by:
http://www.publico.pt/Sociedade/estudo-revela-familias-portuguesas-em-stand-by_1444128
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sábado, junho 26, 2010
Eurozone in crisis
In graphics: Eurozone in crisis:
http://news.bbc.co.uk/2/hi/business/10388576.stm
(cortesia de Mário Araújo)
sexta-feira, junho 25, 2010
"Empresas de Viana com nova aposta nas renováveis"
Empresas de Viana com nova aposta nas renováveis:
http://economia.publico.pt/Noticia/empresas-de-viana-com-nova-aposta-nas-renovaveis_1443427
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quinta-feira, junho 24, 2010
A man of value
Albert Einstein
(citação extraída de SBANC Newsletter, June 22, Issue 621 - 2010, http://www.sbaer.uca.edu/)
terça-feira, junho 22, 2010
Impactos percebidos pelos residentes de Guimarães do desenvolvimento turístico da cidade
Lembro que o trabalho de inquirição dos residentes de Guimarães foi conduzido por um grupo de trabalho constituído por Laurentina Vareiro, Paula Remoaldo, Vítor Marques e pelo signatário deste texto, no primeiro quadrimestre do presente ano. Recordo também que a opinião expressa sobre a oportunidade da aposta do município no sector se revelou esmagadoramente positiva, com 98,2% dos inquiridos a declarar que tinha uma opinião favorável ou muito favorável ao desenvolvimento do turismo.
Interessante é entretanto a percentagem relativamente baixa daqueles que responderam indicando que o desenvolvimento da actividade turística tinha contribuído para melhorar a sua posição económica. Em contraponto, isto é, descrendo que o turismo lhes venha a proporcionar benefícios directos, estão 54,8% dos inquiridos. Dito de outro modo, se é verdade que a generalidade dos residentes do município vê na indústria do turismo uma oportunidade para Guimarães, não têm tanta certeza de que tal reverterá para seu próprio proveito.
Tendo em consideração que o turismo cultural é emergente no território objecto da análise, as grandes expectativas existentes sobre o potencial socioeconómico que o sector encerra, conforme os resultados encontrados de um modo geral demonstram, serão, porventura infundadas e poderão mesmo materializar uma percepção algo ingénua dos impactos do turismo.
Considerando globalmente os impactos entrevistos, é por outro lado marcante que o contacto com culturas diferentes, os estímulos à preservação da cultura local e do artesanato, e os incentivos à conservação e restauro de edifícios históricos tenham sido os mais destacados. Curiosamente, dessa lista, numa posição discreta (9º lugar, por ordem inversa de importância), consta a percepção de que o turismo “Aumenta os preços”, isto é, pode contribuir para o aumento dos preços dos bens e serviços. Esta leitura estará associada à de aumento da procura que incidirá sobre equipamentos disponíveis e bens e serviços, decorrente do afluxo de turistas.
Outras preocupações que emergiram, mesmo que com expressão minoritária, para já, foram as seguintes: “Aumenta a taxa de criminalidade” (posicionada na 11ª posição, por ordem de relevo conferido pelos residentes); “Gera ruído excessivo no centro histórico” (12ª posição); “Leva os residentes locais a mudarem o seu comportamento tentando imitar o dos turistas” (13ª posição); “O turismo reduz o acesso por parte dos residentes a sítios e equipamentos de lazer” (14ª posição).
Sem representatividade no contexto da amostra de residentes inquirida, emergiram igualmente outras preocupações, como sejam as seguintes: o eventual aumento da insegurança pessoal decorrente da expansão da actividade turística; a escassez de alternativas em matéria de parqueamento automóvel; eventuais efeitos de deterioração física do centro histórico da cidade; o congestionamento a nível de tráfego automóvel; a insuficiência da sinalética existente; preocupações genéricas com acessibilidades e regulação do trânsito.
Porque a expressão minoritária de hoje se pode converter na expressão dominante de amanhã, estas preocupações deverão merecer desde já a atenção das autoridades públicas e dos agentes do sector. Intervindo cedo, muito poderá ser prevenido e/ou remediado, não hipotecando dessa forma a aposta no desenvolvimento do sector que se quer fazer/manter. Importará a propósito não esquecer que a receptividade e postura dos habitantes do destino turístico são peça essencial da atractividade do lugar e da qualidade do serviço prestado.
Foi neste contexto que foi decidido avançar com o estudo de que se dá notícia, isto é, convencidos que estamos que a opinião das comunidades locais precisa ser incorporada no planeamento turístico que é feito ou devia sê-lo e na gestão quotidiana da actividade, o estudo realizado é o modesto contributo que quisemos dar para a materialização de um desenvolvimento mais frutuoso e mais sustentável do turismo cultural em Guimarães e no Minho, de um modo geral.
segunda-feira, junho 21, 2010
Prevenir e remediar
sábado, junho 19, 2010
As SCUT
quinta-feira, junho 17, 2010
“Tax Morale, Tax Evasion, and the Shadow Economy”
Gebhard Kirchgässner
Date: 2010-05
Keywords: tax morale, tax evasion, principles of taxation, trust, direct democracy, federalism
URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:usg:dp2010:2010-17&r=pbe
(resumo de “paper”, disponível no sítio referenciado)
quarta-feira, junho 16, 2010
That is why I succeed
Michael Jordan
(citação extraída de SBANC Newsletter, June 15, Issue 620 - 2010, http://www.sbaer.uca.edu/)
segunda-feira, junho 14, 2010
O impacte económico de uma grande competição desportiva: o caso do mundial de futebol
(título de mensagem, datada de quinta-feira, 10 de Junho de 2010, disponível em Suplementos de Economia)
sábado, junho 12, 2010
Portugal: principais indicadores económicos
População residente, N.º, 2009:
10 637 713
Índice de preços no consumidor, %, Abril de 2010:
0,7
Taxa de desemprego, %, 1.º Trimestre de 2010:
10,6
Produto interno bruto dados encadeados em volume (B.1*g), %, 4.º Trimestre de 2009:
-1,0
(excerto de página de abertura do portal do INE, na presente data)
quarta-feira, junho 09, 2010
A importância da produção de energias renováveis em Portugal
Dos 2.920 TWh de energia produzidos na UE, em 2008, aproximadamente 1/6 procedia de fontes renováveis. Nesse ano foram produzidos mais de 503.000 GWh de origem renovável, quase 30% mais que em 1999, quando a produção procedente de fontes renováveis não ultrapassava os 390.000 GWh. Este crescimento permitiu incrementar a quota de produção de renováveis dos 15,2%, em 1999, para os 17,2%, em 2008. A energia hídrica foi a mais importante no mix de produção renovável da UE nesse ano, com uma quota superior aos 57%. Seguiram-se, em ordem de importância, a eólica com 23%, e a Biomassa e o Biogás com 17%.
A evolução da produção de fontes renováveis por países tem sido muito desigual. A Irlanda (156,4%), a Alemanha (146,2%), a Dinamarca (114,4%) e a Espanha (97,4%) apresentaram as maiores taxas de crescimento acumulado no período 1999-2008, contudo, os dois primeiros países partiam de níveis de produção relativamente baixos (com quotas de 6,1% e 6,7% do total, respectivamente). Em países como a Áustria ou a Suécia os crescimentos acumulados foram de um único dígito. Noutros como a Itália, a França, a Grécia e o Luxemburgo, o peso das renováveis no mix energético interno perdeu importância, nesse período. Fora da UE, os Estados Unidos, o Canada e a Austrália apresentaram taxas de crescimento muito mais modestas que as Europeias (inferiores a 10%), enquanto que o Japão e a Coreia regrediram consideravelmente, exibindo taxas de crescimento acumulado significativamente negativas (-21,4% e -32,3%, respectivamente).
Entre 1999 e 2008, o peso das energias renováveis na produção energética portuguesa aumentou consideravelmente, de 21,4% para 26,5%. A produção de energia de origem renovável passou de 8.860 GWh para 14.650 GWh, tendo-se registado um crescimento acumulado superior aos 65%. Apesar da perda de importância relativa verificada nos últimos anos, a energia hídrica continua a ter um peso fundamental na produção renovável (47% em 2009). A energia eólica é a que mais cresce, apresentando uma taxa de crescimento média anual superior a 50%, desde 2002. Em 2009, 4 em cada 10 KWh de energia renovável produzida em Portugal era de origem eólica, estando previsto que o seu peso relativo venha a aumentar nos próximos anos, quando os projectos em curso estiverem totalmente operativos. Outras fontes renováveis (biomassa, biogás e solar fotovoltaica), mais modestas do ponto de vista quantitativo, também ganharam importância na última década, graças aos fortes crescimentos da produção nos anos mais recentes.
A potência de energia renovável instalada em Portugal cresceu a uma média anual superior a 9%, nos últimos oito anos, representando um incremento da oferta de mais de 4.000 KWh (4.934 KWh, em 2002, contra 9.055 KWh, em 2009). O maior incremento de potência verificou-se na eólica, que passou de 175 KWh, em 2002, para 3.566 KWh, em 2009, crescendo a uma taxa média anual próxima dos 55%. Nesse período o número de parques eólicos passou de 24 para 195, e o número de aerogeradores de 213 para 1.879. Em termos agregados, o peso da eólica no total da produção energética portuguesa era inferior a 1%, em 2002, enquanto que em 2009 ultrapassou largamente os 14%.
De acordo com um estudo da Associação de Produtores de Energias Renováveis (APREN), o impacto das energias renováveis sobre a balança energética foi, em 2008, de 1.270 milhões de euros e, atendendo aos projectos em carteira para os próximos anos, poderá atingir, em 2015, os 1.900 milhões de euros. O mesmo estudo conclui que o impacto macroeconómico de curto prazo, gerado pelo sector, foi, em 2008, um pouco inferior aos 2.100 milhões de euros, dando origem a 2.400 empregos directos e a 36.000 empregos indirectos (de duração anual). De acordo com a mesma fonte, o impacto sobre o produto poderá ultrapassar os 4.100 milhões de euros anuais, em 2015, e gerar efeitos multiplicadores muito significativos sobre o emprego.
O peso das fontes renováveis no mix energético nacional está a promover o surgimento de iniciativas empresariais do lado da oferta, tanto no sector da produção de energia como no de produção de equipamentos. Os dados do estudo da APREN (que provavelmente sobrestimam os impactos) relevam a importância do sector na economia, nomeadamente no Norte e no Centro do país. O atraso de alguns dos parceiros comunitários e dos países da OCDE em matéria de renováveis deve ser uma boa oportunidade para as empresas portuguesas desta indústria, as quais, graças ao desenvolvimento do sector de portas adentro, estão em boas condições para competir a nível internacional, tanto na produção de electricidade como no fabrico de equipamentos e na venda de serviços e tecnologia.
Happiness is the key to success
terça-feira, junho 08, 2010
Centros comerciais
domingo, junho 06, 2010
"Imagem do contribuinte... em 2013 !!!"
Auto-Estima acima de tudo!Imagem do contribuinte em 2013
Não interessa o quanto o fisco te tenha depenado...
Importante é andar sempre de cabeça erguida!!!
(reprodução de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, reenviada por AMP)
sexta-feira, junho 04, 2010
Políticas de motivação do desempenho e de reforço de competências
quarta-feira, junho 02, 2010
In the middle of…
Albert Einstein
(citação extraída de SBANC Newsletter, June 1, Issue 618 - 2010, http://www.sbaer.uca.edu/)
segunda-feira, maio 31, 2010
“Universities’ Entrepreneurship Education and Regional Development: a Stakeholders’ Approach”
Aminda do Paço (Departamento de Gestão e Economia, Universidade da Beira Interior)
Date: 2010
Keywords: Entrepreneurship education, university, regional development, stakeholders
URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:csh:wpecon:td02_2010&r=edu
(resumo de “paper”, disponível no sítio referenciado)
sábado, maio 29, 2010
"Com uma espreitadela rápida à lista de subscritores sabemos logo ao que vêm"
(título de mensagem, datada de quinta-feira, 27 de Maio de 2010, disponível em Ladrões de Bicicletas)
sexta-feira, maio 28, 2010
"O Governo fingia que tinha um rumo para o país"
José Manuel Silva
(excerto de mensagem, datada de Domingo, 23 de Maio de 2010, e intitulada UM país a fingir, disponível em Campo Lavrado)
quinta-feira, maio 27, 2010
The far horizon
Dag Hammarskjold
(citação extraída de SBANC Newsletter, May 25, Issue 616 - 2010, http://www.sbaer.uca.edu/)
quarta-feira, maio 26, 2010
A dívida pública nos países da OCDE
L`endettement des pays de l`OCDE
http://www.letemps.ch/Page/Uuid/a79ab890-0a6b-11df-811c-d996489948b4/
*
(via Facebook - José Miguel Sardo)
terça-feira, maio 25, 2010
"Percepção por parte dos residentes de Guimarães dos benefícios do desenvolvimento turístico"
(título de mensagem, datada de Terça-feira, 25 de Maio de 2010, disponível em Planeamento Territorial)
domingo, maio 23, 2010
As preferências e comportamentos dos turistas têm vindo a alterar-se
sexta-feira, maio 21, 2010
Lançamento do livro ´Classes Sociais`

quinta-feira, maio 20, 2010
Colóquio Internacional "O trabalho, as técnicas e o mundo": apelo a comunicações
Universidade do Minho(28 e 29 de Outubro de 2010)
Temática das propostas/resumos
O colóquio acolherá contribuições sustentadas por uma atenção sócio‑etnográfica renovada, inventiva, formulada a partir de diferentes enfoques disciplinares, teóricos e metodológicos, atenta aos diversos contextos e orientada por quatro linhas temáticas gerais:
a centralidade e a multidimensionalidade do trabalho e sua relação com os modos de transmissão e aprendizagem das técnicas;
a produção e a circulação das técnicas e seus processos de aceitação e/ou resistência;
as técnicas, os riscos sociais e os dilemas políticos e éticos;
o mundo, processo de globalização, suas causas , formas e impactos.
As propostas de comunicação (até 300 palavras) devem ser enviadas até 15 de Julho de 2010. A selecção das comunicações pela comissão científica será comunicada aos autores até 15 de Agosto de 2010. As comunicações definitivas deverão ser enviadas até 30 de Setembro de 2010.
Línguas de trabalho: Português, francês, inglês.
Comissão organizadora: Manuel Carlos Silva (CICS), Ana Paula Marques (CICS), Fernando Bessa Ribeiro (UTAD/CICS), Rita Moreira (CICS), Pascale Moity-Maizi (SupAgro/Montpellier – UMR Innovation)
Para submissão de propostas e mais informações sobre o colóquio consultar a página web: http://www.lasics.uminho.pt/TrabTecMundo/»
(reprodução parcial de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, com a proveniência que aparece identificada)
quarta-feira, maio 19, 2010
The secret to outward success
(citação extraída de SBANC Newsletter, May 18, Issue 615 - 2010, http://www.sbaer.uca.edu/)
segunda-feira, maio 17, 2010
"Economistas do choque e do pavor"
João Rodrigues
(excerto de mensagem, datada de Segunda-feira, 17 de Maio de 2010 e intitulada O que o bloco central não nos diz, disponível em Ladrões de Bicicletas)
domingo, maio 16, 2010
"The Euro Crisis in Figures"
Graphics Gallery: The Euro Crisis in Figures:
http://www.spiegel.de/fotostrecke/fotostrecke-54629.html
sexta-feira, maio 14, 2010
"Estimular desempenhos superiores sustentáveis e susceptíveis de conferir algum tipo de vantagem competitiva"
(título de mensagem, data de 14 de Maio de 2010, disponível em Empreender)
quinta-feira, maio 13, 2010
Desire
Mario Andretti
(citação extraída de SBANC Newsletter, May 11, Issue 614 - 2010, http://www.sbaer.uca.edu/)
terça-feira, maio 11, 2010
“Dilemmas of public election”
Estrada, Fernando
Date: 2010-04
Keywords: Public choice theory; public election; rational choice; social welfare; economic psychology.
URL: http://d.repec.org/n?u=RePEc:pra:mprapa:22289&r=pbe
(resumo de “paper”, disponível no sítio referenciado)
segunda-feira, maio 10, 2010
"5 anos de desvarios (e) de simulacros reformistas"
(título de mensagem, datada de Sexta-feira, 7 de Maio de 2010, disponível em Suplementos de Economia)
sábado, maio 08, 2010
quinta-feira, maio 06, 2010
"Sentimentos de indignação e revolta crescem entre pessoas com menos rendimentos"
Perigo de explosão social paira no ar:
http://www.jornaldeleiria.pt/portal/index.php?id=4700
*
quarta-feira, maio 05, 2010
RENT XXIV- Research in Entrepreneurship and Small Business
Dear Colleague,
**************
terça-feira, maio 04, 2010
"Há, bem sabemos, muito por cumprir"
Ricardo Rio
(excerto de mensagem, datada de Sexta-feira, 30 de Abril de 2010 e intitulada Abril sem dono, disponível em Suplementos de Economia)
domingo, maio 02, 2010
quinta-feira, abril 29, 2010
Serviço público: "9th International Business Week (IBW9)"
Renewable Energy and Environmental Industries
5 a 7 de Maio de 2010
Anfiteatro 1.01 da Escola de Economia e Gestão
A Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, acolhe entre 5 e 7 de Maio de 2010, a 9th International Business Week (IBW9), organizada pelas Licenciatura e Mestrado em Negócios Internacionais. Esta edição IBW9 é dedicada às Energias Renováveis e Indústrias Ambientais, tema basilar da actual estratégia de crescimento económico da União Europeia.
Convidamos toda a Comunidade Académica a assistir às sete sessões, cujos conteúdos podem ser consultados no programa em anexo e no site da IBW9:
No âmbito do tema da IBW9, nos dias 5 e 6 de Maio teremos na Escola de Economia e Gestão a exposição do automóvel híbrido Toyota Prius.
Atribuiremos Certificado de Presença a todos os alunos que assistirem a um mínimo de 4 sessões da IBW9.
A entrada é aberta a todos os interessados.
Informações adicionais:
Prof.ª Maria João Thompson
Telefone:+351 253 601 936
Fax: +351 253 601 380
E-mail : mjthompson@eeg.uminho.pt
terça-feira, abril 27, 2010
Em memória de Dinizar Becker, um académico, um amigo e um lutador (2)
2. Aparte a vivência universitária e a ideia de uma pesquisa orientada para temáticas técnico-científicas socialmente pertinentes que nos ligava, encontrei em Dinizar Becker uma grande comunhão de paradigma de pensamento teórico-conceptual. O título escolhido para o livro que o homenageia dá disso indício mas tal aparece substanciado em muitas peças que integram a obra. Disso são exemplo algumas passagens do capítulo 4, que aparece sob o título “A insustentabilidade do discurso do desenvolvimento sustentável”, a começar por aquela em que reafirma que o “desenvolvimento humano” tem sede natural de manifestação “lá onde vivem as pessoas, isto é, localmente” (p. 326) ou quando diz que “O desenvolvimento sustentável deve ser compreendido como as múltiplas alternativas que cada localidade, região ou nação têm, pelas suas diferenças culturais, ambientais e valores (éticos e morais), de construir sua inserção no processo geral de desenvolvimento” (p.326). Mesmo se, desencantadamente, conclua que essa seja, “para o momento, a utopia possível”.
3. Esses fragmentos de pensamento conduzem-me à génese da minha própria reflexão sobre a matéria, quer dizer, aos momentos da minha passagem enquanto estudante de licenciatura pela universidade e, daí, aos ensinamentos que me foram transmitidos por um outro académico que retive como referência de postura académica e de pensamento científico, a saber, António Simões Lopes. A Simões Lopes ouvi enunciar de variadas formas e multiplicadas vezes que “o desenvolvimento se traduz em última análise em quadros de vida” (Desenvolvimento Regional: problemática, teoria, modelos, Fundação Calouste Gulbenkian, 1979, Lisboa, p.18), “que o desenvolvimento tem que ver com pessoas e estas localizam-se”, que, pensando em disponibilidade de bens e serviços básicos e de acesso (não apenas físico) das pessoas a esses bens e serviços, “as questões da localização são verdadeiramente importantes”. À distância de 30 anos e dos milhares de Quilómetros que separam os Continentes Europeu e Sul-Americano, as problemáticas e os desafios do desenvolvimento constatados por um e por outro acabaram por revelar-se insuspeitamente próximos.
4. Irónico mesmo é o sublinhado que Dinizar Becker faz do desencanto social que se havia instalado em certos sectores sociais e certos agentes. Diz: “essa intensificação do processo de modernização instalou pessimismo e um sentimento de passividade e desesperança em muitos de nós nos anos recentes como se fosse um desencantamento radical com a modernidade” (p. 314). Citando B. S. Santos, vai mesmo mais longe, proclamando que “Perdemos a fé na eternidade, no determinismo, no mecanicismo, na reversibilidade na ordem […] Perdemos, inclusive, a crença no rigor científico” (p. 315). Hoje, mais do que nunca, “tudo que é sólido se desmancha no ar”, conclui, seguindo M. Berman. O irónico de tudo isto é que estas palavras, este pensamento são enunciados quando nem se sonhava com a derrocada do sistema financeiro e a crise económica que os últimos anos da década que agora se conclui viriam trazer e, com ela, a derrocada de uma certa ciência económica “cuja matematização e formalização são cada vez mais rigorosas e sofisticadas” (p.315), no mesmo passo em que vão ganhando distância em relação à complexidade do real e abstracção face ao contexto (social, cultural, político) que é suposto interpretarem.
5. Da comunhão de pensamento que antes invoco me vem, por exemplo, uma das ideias-chave de um recente artigo de opinião que produzi, a pretexto do PEC (Programa de Estabilidade e Crescimento) nacional, onde deixava dito que “projectos mobilizadores se suportam em ideias e agentes mobilizadores”, e que “contractos sociais (de desenvolvimento) se celebram com os actores sociais e não com membros de outras confrarias”. Obviamente, aceitando com essa afirmação permanecer fora do circulo de economistas que entendem que os desequilíbrios estruturais do país se resolvem com manipulações de impostos, congelamento de salários e cortes nos apoios sociais.
6. Não há ninguém insubstituível neste mundo. Dinizar Becker também não o era. Que deixou muita saudade entre muitos seus colegas, alunos e amigos, isso é uma incontornável certeza.
domingo, abril 25, 2010
"Uma Governação que equipara subsídios de desemprego e rendimentos sociais de inserção a votos"
Ricardo Rio
(excerto de mensagem, datada de quinta-feira, 22 de Abril de 2010, e intitulada "O Tributo Solidário", disponível em Suplementos de Economia)
quinta-feira, abril 22, 2010
Em memória de Dinizar Becker
(título de mensagem, datada de hoje, disponível em Planeamento Territorial)
quarta-feira, abril 21, 2010
Failure
(citação extraída de SBANC Newsletter, April 20, Issue 610 - 2010, http://www.sbaer.uca.edu)
terça-feira, abril 20, 2010
segunda-feira, abril 19, 2010
Permanecer fora do circulo de economistas que entendem que ...
sábado, abril 17, 2010
A propósito das Caixas de Poupança e da eventual fusão das Caixas Galegas
A importância das caixas no sistema financeiro espanhol não é uma singularidade da Galiza. Estas entidades mantêm, no conjunto do estado, uma quota de mercado similar à dos bancos, ainda que nas últimas duas décadas reforçaram as suas posições em âmbitos específicos do negócio bancário. A primeira caixa de poupança criada em Espanha foi a Caixa de Poupança de Madrid, no ano de 1838. Nas suas origens, estas entidades pretendiam reduzir a exclusão social, promover o desenvolvimento dos seus territórios de intervenção e estimular e proteger a poupança local. A ideia fundamental era complementar os objectivos tradicionais do negócio bancário com critérios de natureza social. Estas entidades não têm accionistas e o lucro não é a componente fundamental da sua função objectivo. Os seus órgãos de governo integram a sociedade civil (ainda que os políticos têm vindo a ganhar peso) e a denominada obra social é o principal destino dos lucros do seu negócio corrente.
Nas últimas três décadas as caixas têm dado origem a um amplo debate político e social em Espanha. Durante muito tempo a discussão centrou-se na sua crescente politização, ou seja, no incremento da importância da classe política nos seus órgãos de direcção e gestão. A partir do início da crise, o debate concentrou-se na pertinência e profundidade da reestruturação do sector. A elevada exposição das carteiras de crédito de muitas delas ao sector imobiliário e a perda de valor dos activos subjacentes obrigou o Banco de Espanha a promover uma reestruturação ordenada do sector, nomeadamente, através da fusão de entidades para ganhar dimensão e melhorar os seus rácios de eficiência e solvência.
Neste momento as principais alternativas, em termos de reestruturação, são as seguintes: a fusão de várias caixas ou a adesão aos denominados SIP (Sistemas Institucionais de Protecção), que funcionam como fusões virtuais de entidades e apresentam, neste momento, muitas incertezas. Este processo de reorganização, impulsionado por questões de natureza financeira, tem também motivações de carácter político, derivadas das competências que os governos autonómicos têm na organização e regulação do sector. Por isso, assiste-se, na maioria dos casos, a um confronto de interesses entre o governo central (do partido socialista) e os governos autonómicos (em vários casos liderados por outros partidos), que está a atrasar muitos dos processos de reestruturação financeira, necessários para garantir a viabilidade das entidades no médio prazo.
Antes da crise as duas caixas galegas situavam-se entre as 15 primeiras do ranking espanhol e apresentavam rácios de eficiência e solvência acima da média. A crise evidenciou os excessos cometidos na concessão de crédito imobiliário, ainda que a situação, sendo preocupante, não é tão grave como noutras caixas espanholas. Para evitar que o processo de reestruturação das caixas galegas resultasse numa fusão com caixas de outras comunidades ou com a adesão a um SIP, o governo galego promove, desde o final do passado verão, uma fusão entre a Caixagalicia e a Caixanova. As resistências das administrações das caixas a discutir o assunto, pela inércia de um passado de intensa concorrência, fez com que o governo elabora-se uma nova Lei Autonómica de Caixas, que implicava o relevo das suas cúpulas directivas. O governo central considerou que essa Lei, aprovada no parlamento galego no passado mês de Dezembro, outorgava um excessivo poder ao governo autonómico e recorreu-a no Tribunal Constitucional, atrasando vários meses a sua entrada em vigor. Como o tempo é, neste processo, de extrema importância, a conjuntura obrigou ao governo autonómico a negociar com os visados e com o governo central. Depois de múltiplas reuniões e, apesar da resistência da Caixanova, o presidente da Xunta conseguiu que ambas as entidades iniciassem uma negociação para a sua fusão a breve prazo.
Independentemente da oportunidade da reforma da Lei de Caixas, dos défices e excessos de liderança e das dificuldades próprias do processo, na Galiza existe um amplo consenso social sobre a necessidade de continuar a dispor de entidades financeiras próprias. Até agora, a fusão não se materializou pela persistência de localismos incompreensíveis, pelo afloramento de personalismos de outra época e pelo estabelecimento de condições de participação draconianas. A fusão parece, sem dúvida, a melhor das alternativas possíveis, porque do ponto de vista puramente financeiro não é pior que qualquer outra, e porque do ponto de vista socioeconómico permitirá dar continuidade ao desenvolvimento de diversas áreas de competência autonómica e à política de financiamento e apoio ao tecido produtivo galego. Em Portugal o processo deve ser seguido com atenção. Ambas as caixas têm redes em território português e possuem importantes participações em empresas portuguesas de diversos sectores. A fusão e a conseguinte manutenção do centro de decisão na Galiza seriam uma boa notícia para a integração económica do noroeste peninsular. Esperemos que o desfecho reflicta os interesses gerais.
FRANCISCO CARBALLO-CRUZ
sexta-feira, abril 16, 2010
Programas de Apoio à Criação de Empresas
(título de mensagem, datada de sexta-feira, 16 de Abril de 2010, disponível em Suplementos de Economia)
quinta-feira, abril 15, 2010
I Congresso Internacional de Turismo da ESG/IPCA: 15 de Maio (novo prazo)
Tendo a Comissão Organizadora do Congresso decidido alargar o prazo de submissão de resumos para 15 de Maio, agradecemos a divulgação desta informação pelos V. contactos.
Grata pela atenção,
Pela Organização,
Laurentina Vareiro
Prazo para submissão de resumos: 15 de Maio (novo prazo)
Prazo de submissão das comunicações: 30 de Junho
A Escola Superior de Gestão do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA) vai organizar o I Congresso Internacional de Turismo, a ter lugar nos dias 1 e 2 de Outubro de 2010, na cidade de Barcelos.
A submissão de resumos deverá ser feita para cit@ipca.pt até ao dia 15 de Maio.
Para mais informações poderá ser consultada a página www.ipca.pt/cit.
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Produtos e Destinos Turísticos de Excelência
O turismo tem vindo a ganhar um espaço crescente nas propostas de desenvolvimento que têm sido delineadas e implementadas a nível local, regional e nacional, em vários países, não fosse a sua procura caracterizada por um crescimento significativo e constante nas últimas décadas, justificando a aposta do seu desenvolvimento. Contudo, para que o turismo possa constituir-se num instrumento de desenvolvimento destes territórios, será crucial um esforço por parte das diferentes regiões na criação de produtos e serviços turísticos inovadores, diversificados e de qualidade, que possam marcar a diferença.
Com os melhores cumprimentos,»
quarta-feira, abril 14, 2010
Life is…
Ralph Waldo Emerson
(citação extraída de SBANC Newsletter, April 13, Issue 609 - 2010, http://www.sbaer.uca.edu/)
segunda-feira, abril 12, 2010
"Lançar novas caravelas à descoberta de um futuro melhor"
(título de mensagem, datada de quinta-feira, 8 de Abril de 2010, disponível em Suplementos de Economia)
sexta-feira, abril 09, 2010
"´Massa cinzenta` portuguesa formada nos Estados Unidos está a ter mais sucesso junto das empresas do que das universidades"
Empresas integram melhor investigadores do que universidades:
http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=3&id_news=134778
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
quinta-feira, abril 08, 2010
Perdedores
Helena Garrido
(excerto de mensagem, datada de 23 de Março de 2010 e intitulada "Ainda a Alemanha...", disponível em Visto da Economia)
quarta-feira, abril 07, 2010
RENT XXIV - Research in Entrepreneurship and Small Business
"The Entrepreneurial Process in a Changing Economy"
Maastricht, the Netherlands, November 18-19, 2010
Submission deadline ; May 15, 2010
http://www.eiasm.org/frontoffice/event_announcement.asp?event_id=741
*
terça-feira, abril 06, 2010
"O estudante deveria dividir o seu tempo entre a empresa e a universidade"
(título de mensagem, datada de Terça-feira, 6 de Abril de 2010, disponível em Universidade Alternativa)
sábado, abril 03, 2010
"Este PEC é uma espécie de eterno retorno à narrativa mais recorrente da útlima década em período pós eleitoral"
(título de mensagem, datada de 2010/03/29, disponível em Ladrões de Bicicletas)
quinta-feira, abril 01, 2010
Serviço público: Inquérito sobre "Avaliação de satisfação de implementação de sistemas ERP em Portugal"
No âmbito de um trabalho de investigação sobre a satisfação de implementação dos sistemas ERP em Portugal, venho pedir-lhe a divulgação e colaboração na resposta a este inqúerito:
http://www.surveymonkey.com/s/erp-satisfaction-at-Portugal
O inquérito é anónimo!
É constituído por 17 perguntas, que não demoram mais de 2 minutos a responder.
Pedia, por favor, a vossa colaboração, na divulgação deste e-mail por vários contactos vossos que possuam sistemas ERPs implementados na empresa onde trabalham. Se, por acaso, utilizarem um sistema ERP, por favor, respondam também.
Muito obrigado.
Com os melhores cumprimentos.
Miguel Teixeira»
(reprodução integral de mensagem que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico, com a proveniência que se identifica)


